31 de janeiro de 2011

Nuno Coelho operacional

Médio recuperado de lesão pode ser uma das armas para o jogo com o V. Guimarães para a Taça de Portugal.

A Académica começa esta tarde a preparar a deslocação ao terreno do Vitória de Guimarães, prevista para a próxima quinta-feira, às 20.30 horas, na cidade berço.

Para o encontro da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal, José Guilherme ainda se debate com algumas dúvidas no plantel, casos de Sougou, Habib e Miguel Fidalgo, todos devido a problemas físicos.

Ainda assim, é possível que o trio entre nas contas, tal como Nuno Coelho.

O médio defensivo está recuperado de uma mialgia na coxa direita e é mais uma arma para o meio-campo da Briosa, sector onde, neste momento, o leque de escolhas é vasto.

Pape Sow e Sougou com pequenos toques

Após a saborosa vitória de ontem frente ao Vitória de Setúbal por 3-2, que garantiu o apuramento para as meias-finais da Taça de Portugal, a Académica voltou esta manhã ao trabalho.

Na sessão matinal, na Academia Dolce Vita, José Guilherme abriu as portas do treino na sua totalidade ao contrário dos habituais 15 minutos.

Amoreirinha e Orlando continuam ausentes a recuperar das respectivas lesões, o mesmo tendo acontecido com Barroca, que vai jogar pelo satélite Tourizense. Sougou (contractura na coxa direita) e Habib (contusão na perna direita), com mazelas que vêm da partida de ontem, também não treinaram com o restante plantel. Miguel Fidalgo e Carreño trabalharam condicionados, numa sessão em que os titulares da véspera fizeram treino de descompressão.

O restante grupo realizou outros exercícios ministrados pela equipa técnica.

Amanhã a equipa goza folga de um dia e regressa ao trabalho segunda-feira.

2010/11 - Taça de Portugal - MF: Guimarães - Académica: Quinta, 3 Fev, 21h

Nesta edição as meias finais da Taça de Portugal, jogam-se a duas mãos.

Jogo foi alterado pela FPF para Quinta, 3 Fev pelas 21h.

Fc Porto - Benfica, joga-se Quarta, 2 Fev pelas 20.30h.

Jogos da 2ª  mão marcados para 19 e 20 Abril.

Taça de Portugal: Mancha Negra "reserva" Jamor

A claque Mancha Negra cumpriu a promessa e foi guardar lugar no Estádio Nacional, já a pensar na final da Taça de Portugal. Os adeptos colocaram uma faixa elucidativa do sonho da claque da Briosa. O objectivo passa por motivar jogadores e despertar a cidade.

Já dizia o poeta que o sonho comanda a vida. Para a Mancha Negra (MN), claque oficial da Académica, esse mesmo sonho, além de estar cada vez mais perto, é o desejo de uma vida.

Ainda com a eliminatória com o Vitória de Guimarães por realizar, mas com uma fé inabalável numa presença no Jamor, cinco elementos da MN fizeram a viagem de Coimbra até Lisboa, na madrugada de sexta para sábado, logo após o êxito diante do Vitória de Setúbal, com o objectivo de fazerem a reserva do espaço que tanto desejam ocupar no dia da grande final.

Na impossibilidade de o fazer no interior do Estádio Nacional, a claque colocou uma faixa na conhecida Praça da Maratona, que exprime bem o sonho de quem acompanha a equipa para todo o lado. ‘We'll be back’ (nós iremos voltar), foram as palavras utilizadas pela Mancha no final da época 1998/1999, precisamente o ano em que a Académica desceu de Divisão. Então, o desejo era o de regressar ao principal escalão.


2010/11 - Taça de Portugal - 4F - Académica 3 - V Setúbal 2: Briosa nas meias-finais da Taça

Académica 3 - V. Setúbal 2 
Taça de Portugal - 4F
Estádio Cidade de Coimbra
31-01-2010 - 20.30h

ACADÉMICA: Peiser; Pedrinho, Berger, Pape Sow (Luiz Nunes, 65') e Hélder Cabral; Adrien Silva; Diogo Melo e Bischoff; Sougou (Júnior Paraíba, 74'), Éder (Laionel, 80') e Diogo Valente.

Suplentes não utilizados: Ricardo, David Addy, Hugo Morais e Diogo Gomes.
 
Treinador: José Guilherme.

V. SETÚBAL: Diego; Collin, Ricardo Silva, Valdomiro e Miguelito; Silva (Jaílson, 45'); Hugo Leal (José Pedro, 81'), Neca e Djikiné (Zeca, 72'); Pitbull e Brasão.
 
Suplentes não utilizados: Getúlio Vargas, Michel, François e Anderson do Ó.
 
Treinador: Manuel Fernandes.

Ao intervalo: 2-1
Marcadores: Brasão (17), Éder (39), Sougou (44), Bischoff (85, g.p.) e Collin (87).
 
Árbitro: Hugo Miguel (Lisboa), 
auxiliado por Hernâni Fernandes e Ricardo Santos.
Quarto árbitro: José Laranjeira.

CA: Berger (25), Bischoff (70), Hélder Cabral (75), Valdomiro (76), Ricardo Silva (84), José Pedro (90+4) e Peiser (90+5)
CV: -

Espectadores: +/- 2.200

Crónica


MF: Quase 28 anos depois a Académica está de volta a uma meia-final da Taça de Portugal, única prova em que a equipa conseguiu, até agora, ganhar sob o comando de José Guilherme. O sonho de regressar ao Jamor, algo que não acontece à Briosa desde 1969, continua bem vivo em Coimbra. Segue-se o V. Guimarães, a duas mãos, a primeira a ter lugar já para a semana no Minho.

Para o sucessor de Jorge Costa, fica ainda outro registo: conseguiu vencer pela primeira vez uma equipa da Liga, depois de três tentativas falhadas: Paços Ferreira (empate), Benfica e Olhanense (derrotas). A equipa da Lusa Atenas já não ganhava a um adversário do seu escalão há dois meses.


 Do outro lado, Manuel Fernandes perdeu uma oportunidade para prosseguir um feito histórico na carreira. Há 11 anos, atingiu as meias-finais com o Sporting, mas ainda lhe falta uma presença na final como técnico. Paciência, Manel, fica para a próxima!

Brasão assusta mas estudantes viram o resultado

O V. Setúbal teve uma entrada a todo o gás na partida, conseguindo explorar as dificuldades do lado direito da Briosa através da velocidade de Brasão, de longe o melhor sadino em campo. O brasileiro ameaçou, Peiser ainda evitou estragos mais cedo, mas não chegou para tudo. O golo, todavia, foi marcado em posição irregular. Os sadinos tomavam a dianteira do marcador e jogavam a seu bel-prazer, dando a sensação que poderiam chegar ao segundo a qualquer momento.

A Académica recompôs-se e, aos poucos, foi empurrando o adversário. A defesa espadaúda de Setúbal começou a vacilar e Éder, que já estava farto de tentar, conseguiu chegar ao empate com um golo, para não variar, também em fora-de-jogo. Os comandados de José Guilherme tomaram-lhe o gosto e, cinco minutos volvidos, Sougou virou o marcador. Vantagem importante ao intervalo, perante um Vitória agora atordoado.

No regresso dos balneários, já se sabia que dificilmente a partida manteria o ritmo da primeira parte. A Briosa apostava no controlo de jogo mas não deixava de «cheirar» o terceiro, para poder descansar. Mas o nervosismo da defesa da casa voltou a fazer-se sentir, valendo um enorme Peiser, em noite de grande inspiração. Pape Sow saiu lesionado, dando lugar a Luiz Nunes e os minutos finais foram de grande sofrimento para a turma estudantil. Seguiu-se Sougou, pelos mesmos motivos, e os receios dos apaniguados conimbricenses avolumaram-se

Uma grande penalidade, convertida por Amaury Bischoff, voltou a dar folgo à Académica. Collin reduziu pouco depois e o coração passou a mandar na partida. Os cinco minutos de descontos pareceram intermináveis, Paraíba deixou os adeptos à beira de um ataque de nervos ao falhar perante Diego, mas o resultado não se alterou.

AAC-OAF:
A Académica está nas meias-finais da Taça de Portugal! A Briosa venceu, com toda a justiça, o Vit. Setúbal por 3-2 e nem o facto de os sadinos terem estado em vantagem impediu os "estudantes" de conseguirem a reviravolta no marcador e partir para uma exibição que encheu de festa as bancadas do Estádio Finibanco Cidade de Coimbra.

Brasão ainda colocou em sentido a equipa de José Guilherme quando, à passagem do minuto 15, fez o primeiro da noite mas a verdade é que a Académica nunca pareceu perder o domínio do jogo e era uma questão de tempo até inverter o rumo dos acontecimentos. Claro que, para isso, muito contribuiu a força positiva que veio das bancadas onde a Mancha Negra foi incansável do princípio ao fim, dando aos jogadores o apoio necessário para seguir em frente na prova.

José Guilherme reconheceu, no final do jogo, a importância dos Sócios e adeptos da Briosa que tiveram o primeiro motivo para festejar quando Éderzito fez o empate aos 39 minutos, após livre de Diogo Valente.

Ainda antes do intervalo, foi a vez de Sougou concluir da melhor maneira um longo passe de Hélder Cabral que, diga-se, foi meio golo. O 18 da Briosa teve a arte de desfeitear Diego e assim completar a reviravolta no marcador e passar a Académica para a condição de vencedora, condição essa que nunca mais largou.

Na etapa complementar, o Vit. Setúbal surgiu mais afoito, dispôs de algumas oportunidades para marcar mas Peiser estava em grande. O guardião francês parou com sucesso quase todas as investidas do ataque sadino e José Guilherme aproveitou o balanceamento do ataque forasteiro para lançar em campo Júnior Paraíba e Laionel, jogadores que foram fundamentais na jogada que deu origem ao terceiro golo.

Laionel foi carregado dentro da área e Bischoff, na marca do castigo máximo, não vacilou e fez o 3-1. A festa surgia no Estádio Finibanco Cidade de Coimbra e nem o golo de Collin, que fez o 3-2, impediu que no final a Académica festejasse a passagem às meias-finais da Taça de Portugal, onde irá defrontar o Vit. Guimarães.

O Jamor aqui tão perto...


Destaques



Opiniões





José Guilherme (Académica):

«Era isso que pretendíamos, passar às meias-finais, por isso estou satisfeito. A nossa entrada não foi má mas quando sofremos o golo abanámos um bocadinho mas a equipa conseguiu reagir e virar o jogo, o que foi excelente e mostrou capacidade anímica dos jogadores, confiança e vontade de ir em frente. Depois, podíamos ter feito o terceiro mais cedo e acabámos por sofrer um golo quando não podíamos. Os adeptos ajudaram-nos muito porque puxaram pela equipa nos momentos mais críticos, como quando estivemos a perder e na fase final da partida. Queríamos agradecer e faremos tudo por eles, como eles fizeram por nós. Jamor? É o sonho de qualquer um, vamos tentar lá chegar, temos toda a legitimidade de pensar nisso, assim como o V. Guimarães.

Manuel Fernandes (V. Setúbal):

«Entrámos bem no jogo, dominámos, fizemos um golo e falhámos duas vezes o segundo, enquanto Académica não tinha feito muito até então, embora tivesse a atacar mais. Bom jogo, duas boas equipas discutiram resultado até ao fim, Sofremos dois golos fortuitos e o terceiro foi quando procurávamos o empate, numa infantilidade demos um penalty. Mas saio satisfeito com os jogadores, que lutaram de igual para igual no campo do adversário. A vitória poderia pender para qualquer dos lados. Foi dos melhores jogos que fizemos na Taça de Portugal mas o futebol é fértil nestas coisas.»

Éder, jogador da Académica:
«Foi uma vitória importante, estávamos a precisar dela. Era importante para nós e para a nossa massa associativa, que compareceu e estamos muito contentes por isso. Fizemos um bom jogo, a equipa mostrou muita entreajuda e entrega. Guimarães? Vamos tentar fazer um bom resultado lá, se possível a vitória, para depois resolver aqui. Queremos chegar à final e temos todas as possibilidades. É um jogo de 50/50 mas estamos motivados e com grande vontade de vencer.»

Amaury Bischoff, autor do terceiro golo na vitória frente ao Setúbal (3-2), reconheceu que este resultado é muito importante para a Académica, visto que garantiu a presença nas meias-finais da Taça de Portugal, algo que não acontecia há 28 anos.

«Fizemos um grande jogo frente a uma boa equipa. É uma excelente vitória para o clube e para todos nós. Depois, este resultado traz mais confiança para futuros desafios», afirmou Amaury Bischoff, em declarações à Sporttv.

O médio ofensivo reconheceu que atravessa o melhor período ao serviço da Académica: «É a minha melhor fase. Joguei três ou quatro jogos seguidos e estou mais confiante. Vou continuar a trabalhar nesse sentido.»

Lances Chave



Minuto a minuto

90+5' Final da partida.

90+4'CARTÃO AMARELO para Peiser.

90+3' CARTÃO AMARELO para José Pedro.

90' Vão ser jogados mais cinco minutos no Estádio Cidade de Coimbra.

89' Jogada de contra-ataque da Briosa, com Júnior Paraíba isolado perante Diego, a permitir a defesa ao guardião sadino.

87' GOLO DO SETÚBAL. Após jogada de insistência na área da Académica, Jaílson, serve Collin, que só teve que encostar para a baliza deserta e reduzir a desvantagem.

85' GOLO DA ACADÉMICA. Na conversão de uma grande penalidade, Bischoff faz o terceiro da Briosa.

82' Cruzamento de José Pedro para a cabeça de Jailson com a bola a saír ao lado.

81' SUBSTITUIÇÃO NO SETÚBAL. Sai Hugo Leal e entra José Pedro.

81' SUBSTITUIÇÃO NA ACADÉMICA. Sai Éder e entra Laionel.

79' Canto cobrado por Bischoff, Berger cabeceia a bola para o fundo das malhas da baliza sadina, mas o árbitro assinala falta do austríaco.

78' Mais uma vez Diogo Valente, com um cruzamento para o coração da área, onde aparece Paraíba a rematar contra um defesa sadino.

77' CARTÃO AMARELO para Valdomiro.

75' SUBSTITUIÇÃO NA ACADÉMICA. Sai Sougou e entra Júnior Paraíba.

71' SUBSTITUIÇÃO NO SETÚBAL sai Djikiné e entra Zeca.

69'CARTÃO AMARELO para Bischoff.

63'Pedrinho perde a bola em zona proibida. O Setúbal no desenvolvimento da jogada podia ter marcado, mais uma vez por Brasão, mas Peiser a negar novamente o golo.

60' Brasão desmarca-se perante Habib, e na cara de Peiser, permite a defesa do guarda-redes academista.

58' Novamente Diogo Valente a cruzar, a bola chega a Adrien, que na zona de penalty, remata forte, com a bola a desviar num defesa sadino e saír para canto.

58' Diogo Valente cruza tenso, na meia esquerda, com Éder a falhar o desvio.

55'Diogo Valente marca um livre, com Diego, tranquilo a segurar.

50' Cruzamento tenso de Diogo Valente para a pequena área, Diego não segura á primeira e quase permitia a Éder faturar.

49' Adrien serve Bischoff, que na carreira de tiro, em zona frontal, remata em jeito, ao lado da baliza sadina.

45' Começa a segunda parte. Sai a Briosa.

SUBSTITUIÇÃO NO V.SETUBAL. Sai Silva e entra Jailson

Intervalo

45+2' Termina a primeira parte.

45' Vão-se jogar mais dois minutos na primeira parte.

44' GOLO DA ACADÉMICA. Excelente passe de Hélder Cabral a isolar Sougou que, já dentro da área, desvia a bola de Diego para a baliza do Vitória.

41' Remate forte de Pitbull, mas a bola sobe e passa por cima da baliza de Peiser.

39' GOLO DA ACADÉMICA. Na marcação de um livre, Diogo Valente coloca a bola na área do Vitória, Berger desvia para Éder, que remata para o fundo da baliza sadina.

36' Na cobrança de um livre direto, Diogo Valente remata forte mas por cima da baliza sadina.

31' Hugo Leal lança Djikiné no lado esquerdo do ataque sadino, mas o médio remata fraco e ao lado da baliza academista.

28' Bischoff descobre Diogo Valente na esquerda, o extremo cruza para o lado oposto onde estava Sougou, mas o senegalês não conseguiu acertar com a baliza.

26' Na sequência de um livre direto, Pitbull faz a bola passar muito perto da baliza de Peiser.

25' CARTÃO AMARELO para Berger.

24' Grande passe de Bischoff para Pedrinho, o lateral cruza para dentro da área sadina mas a defesa do Vitória estava atenta e corta para canto.

19' Excelente trabalho de Adrien no meio-campo, o médio coloca a bola em Éder, que à entrada da área remata cruzado, com a bola a passar muito perto da baliza de Diego.

18' Pitbull descobre novamente Brasão dentro da área da Académica e o avançado remata para boa defesa de Peiser.

15' GOLO DO VITÓRIA DE SETÚBAL. Pitbull isola Brasão, o avançado brasileiro ultrapassa Peiser e encosta a bola para dentro da baliza da Académica, perante a passividade de Habib.

10' Adrien combina bem com Diogo Valente, mas Diego estava atento e antecipa-se ao extremo academista.

6' Diogo Melo recebe a bola dentro da área do Vitória, tenta cruzar para Éder mas aparece Valdomiro a cortar a bola para longe.

4' Brasão, lançado por Neca, remata para... a linha lateral.

2' Collin, bate a bola em direção à área da Académica, onde um desentendimento entre Habib e Berger, possibilita a chegada da bola a Brasão. O avançado brasileiro só não inaugurou o marcador devido a uma excelente intervenção de Peiser.

0' Início da partida. Sai o Vitória de Setúbal.

A claque da Académica, Mancha Negra, exibe a mensagem "Finalmente em Coimbra os sonhos começam a realizar-se. Novo Hospital Pediátrico. Venham os próximos sonhos. Metro Mondego e JAMOR".

O Vitória conta hoje com o apoio de algumas centenas de adeptos que se deslocaram de Setúbal. Já a Académica, apesar do apelo do treinador, a menos de dez minutos do início do encontro ainda não conta com muito público nas bancadas.

Árbitro

Hugo Miguel (AF Lisboa) - nota 2

28 de janeiro de 2011

Lech Poznan quer contratar Sougou à Académica

O Lech Poznan, adversário europeu do Sp. Braga, está interessado na contratação de Sougou. Os responsáveis do emblema polaco olham para o jogador senegalês da Académica como o substituto ideal para Slawomir Peszko, recentemente transferido para o Colónia.

«Já observamos o Sougou há algum tempo, e não descartamos um negócio agora no Inverno», disse Marek Pogorzelczyk, director desportivo do Lech Poznan. Ryszard Kuźma, adjunto do treinador espanhol José Maria Bakero, terá estado em Portugal a observar o jogador.

Curiosamente, Sougou também já foi apontado como possível reforço do Sp. Braga. Caso se venha a concretizar uma transferência para a Polónia, o extremo senegalês pode defrontar os «arsenalistas» na Liga Europa.

2010/11 - Taça de Portugal - 4F: Académica - V. Setúbal: Antevisão


Académica e V. Setúbal jogam esta sexta-feira uma cartada que poderá vir a ser decisiva para as ambições dos respectivos clubes esta temporada. Quem vencer ficará a apenas um curto passo de chegar ao final da Taça de Portugal e a uma apetecível qualificação para a Liga Europa na próxima temporada. Um jogo que o Maisfutebol vai acompanhar AO VIVO a partir das bancadas do Estádio Cidade de Coimbra.

O vencedor do jogo desta noite sabe, à partida, que irá defrontar o V. Guimarães na meia-final e, depois, em caso de sucesso, F.C. Porto ou Benfica na final do Jamor. Como os dois «grandes», primeiro e segundo da Liga, estão bem posicionados para seguirem para a Liga dos Campeões, a qualificação para a final da Taça corresponde a uma qualificação para a Europa. Manuel Machado já definiu o jogo da meia-final como um dos mais importantes da temporada do V. Guimarães e hoje vai ficar a saber quem terá de defrontar: a nova Académica de José Guilherme? Ou o experiente V. Setúbal de Manuel Fernandes?

Manuel Fernandes divide favoritismo com Académica

Frente a frente vão estar dois emblemas históricos do futebol português, com muitas histórias para contar da taça. É que os dois clubes já se cruzaram por dez vezes na história da prova rainha, a última das quais em 2006/07, com a vitória a sorrir aos estudantes (2-1). Mas são os sadinos que contam com o resultado mais volumoso, com uma goleada de 8-1 arrancada em 1948/49. Em 1967, Vitória e Académica disputaram a final mais longa da história da taça, num jogo com dois prolongamentos, coma vitória a sorrir aos minhotos (3-2) ao fim de 150 minutos.

José Guilherme quer encher bancadas de capas negras

Para o jogo desta noite, com início marcado para as 20h30, José Guilherme continua sem poder contar com Nuno Coelho, já recuperado, mas ainda sem ritmo. Orlando, Carreño, Amoreirinha e Miguel Fidalgo continuam fora de contas por motivos físicos. Manuel Fernandes, por seu lado, não pode contar com Ney Santos que vai cumprir um jogo de castigo e fez uma lista alargada de vinte jogadores, incluindo todos os avançados do plantel.

Um jogo que também promete ser animado nas bancadas. José Guilherme quer ver o estádio cheio de capas negras, mas os sadinos também deverão contar com uma forte representação em Coimbra.

27 de janeiro de 2011

2010/11 - Taça de Portugal - 4F: Académica - V. Setúbal: Convocados: Bischoff, Habib Pape Sow e Hélder Cabral regressam ao lote


Já são conhecidos os eleitos de José Guilherme para a partida diante do Vitória de Setúbal, referente aos quartos-de-final da Taça de Portugal, que se disputa sexta-feira, pelas 20.30 horas, no Estádio Cidade de Coimbra. 

Em relação à última convocatória, referente ao jogo do passado sábado em Olhão, em que tinham sido chamados 18 jogadores, há a registar as ausências de Pedro Costa e Paulo Grilo, ambas por opção, colmatadas com os regressos de Bischoff, recuperado de lesão, e de Habib Pape Sow e Hélder Cabral, que estavam castigados.

Recorde-se que Amoreirinha e Orlando estão lesionados e não podem dar o seu contributo à equipa, ao passo que Miguel Fidalgo e Enrique Carreño ainda trabalham condicionados.

Por outro lado, Nuno Coelho já se treinou esta semana com o restante plantel, mas sob vigilância médica, e não estará ainda na melhor forma física para o jogo de com os sadinos.

Convocados:
- Guarda-redes: Peiser e Ricardo
- Defesas: Luiz Nunes, Berger, Habib Pape Sow, Pedrinho, Hélder Cabral e David Addy
- Médios: Hugo Morais, Bischoff, Adrien, Diogo Melo e Diogo Gomes
- Avançados: Laionel, Sougou, Éder, Diogo Valente, Júnior Paraíba e Sissoko

José Guilherme quer criar “onda positiva” para apoiar a Briosa


José Guilherme esteve esta quarta-feira na sala de imprensa da Academia Dolce Vita onde fez a antevisão da partida com o Vit. Setúbal, dos quartos de final da Taça de Portugal. O técnico da Briosa afirmou que os jogadores vão dar “tudo por tudo” para tentar levar de vencida os sadinos e disse esperar que a “onda positiva” apoie a equipa do princípio ao fim.

O treinador dos “estudantes” deixou uma palavra de agradecimento aos cerca de 20 adeptos da Mancha Negra que hoje marcaram presença no treino e revelou que os jogadores “vão dar tudo” para
“Queria agradecer o apoio que a Mancha Negra nos veio dar no treino de hoje pois é sempre importante sentir o apoio de todos. Estiveram a assistir ao treino com a mensagem a dizer que seria um sonho estar na final da Taça. Este sonho é deles e nosso por isso vamos fazer para que o sonho da Mancha e o nosso seja concretizado. Quando o clube sente que os adeptos estão do seu lado é extremamente gratificante. Eles vão dar tudo por nós e nós vamos dar tudo por eles. Vamos tentar que a onda positiva acompanhe a equipa.”, começou por dizer José Guilherme.

O técnico da Académica assumiu que o embate da próxima sexta-feira tem “características especiais”, pois é um jogo a eliminar, e adiantou que a Briosa estará concetrada e empenhada ao máximo para garantir a passagem à fase seguinte.
“São jogos com características específicas. Preparámos tudo da mesma maneira mas sabemos que tudo depende de um jogo, é a eliminar… Se vencermos vamos às meias finais, algo que não é conseguido há muito tempo. O adversário é experiente, com jogadores de muitos anos na primeira liga... Eles vão fazer tudo pois é o objectivo deles chegar à final mas vão defrontar uma equipa que quer a mesma coisa. Vai ser motivante para os jogadores e adeptos das duas equipas e vai ser um jogo de muita qualidade onde as equipas vão dar tudo para ganhar.”, afirmou.

José Guilherme sustentou que o facto de ter os adeptos do seu lado é “extremamente importante” e realça aquele que pode ser um “momento histórico” para o clube.

“É extremamente importante ter os adeptos do nosso lado. São importantes e era bom que o Estádio estivesse repleto de capas negras. Seria fantástico… É isso que ambicionamos pois as pessoas sabem que este pode ser um momento histórico para o clube. Pedimos que nos apoiem em todos os momentos do jogo. Não prometemos vitórias pois isso não depende de nós. Prometemos sim dar tudo o que temos para ganhar ao Setúbal. Só podemos prometer o que controlamos. Controlamos o nosso esforço, a nossa vontade, a nossa ambição e é isso que prometemos. Empenho e concentração para levar de vencida o Setúbal.”, frisou.
José Guilherme disse ainda que pretende ver uma Académica “personalizada” frente ao Vit Setúbal e lembrou que, apesar de ser um sonho chegar ao Jamor, ainda vai uma distância até alcançar a realidade, pelo que o melhor é ter os pés bem assentes no chão. Sobre o mercado de transferências, José Guilherme foi peremptório.


“O plantel está fechado. Já disse várias vezes que até ao dia 31 pode haver algum jogador que possa sair. Aí, teremos de reestruturar, ou não, o plantel, pois as saídas também podem ser colmatadas com os emprestados ou os jogadores no clube satélite.”, referiu.
 


“Vítor Pereira não disse nenhuma novidade”
Um dos temas que foi abordado na conferência de imprensa desta manhã foi a análise feita por Vítor Pereira aos lances mais polémicos das últimas jornadas da Liga ZON Sagres. O golo de Saviola em Coimbra estava incluído nesse lote e José Guilherme foi irónico…

“O Vítor Pereira não disse grande novidade. Portugal inteiro sabe que o golo de Saviola tinha de ser anulado. Penso que essa análise pode ser positiva pois pode ser encarado de uma forma pedagógica e pode melhorar as arbitragens… mas também pode ser negativo porque as pessoas podem levar isso para outro campo.”, começou por dizer.

José Guilherme explicou que as análises são feitas apenas aos jogos onde participam os chamados três grandes pelo que só assim se explica que Vítor Pereira tenha falado da Académica. Caso contrário, não o teria feito…

“Os reflexos estão a ser negativos e não sei até que ponto se pode inverter esta lógica. As explicações são demasiado clubísticas... Falam da Académica porque jogámos contra o Benfica pois se fosse um jogo de menor dimensão os lances não eram analisados. Só os lances dos grandes são analisados… Não são todos tratados da mesma forma. Devemos ser todos iguais e não sendo assim, perde todo o sentido.”, terminou.
conseguir o triunfo.

26 de janeiro de 2011

2010/11 - Taça de Portugal - 4F: Académica - V. Setúbal: Árbitro: Hugo Miguel

João Ferreira, da AF Setúbal, foi o árbitro nomeado para dirigir o jogo entre Rio Ave e Benfica, marcado para quarta-feira em Vila do Conde, relativo aos quartos-de-final da Taça de Portugal.

O Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol nomeou ainda Rui Costa (AF Porto) para o Merelinense – V. Guimarães, de quinta-feira, e Hugo Miguel (AF Lisboa) para a recepção da Académica ao V. Setúbal, sexta-feira.

Programa dos quartos-de-final (jogos às 20.30 horas):

Quarta-feira

Rio Ave - Benfica
Árbitro: João Ferreira (AF Setúbal)

Quinta-feira

Merelinense - Vitória Guimarães
Árbitro: Rui Costa (AF Porto)

Sexta-feira:

Académica - Vitória Setúbal
Árbitro: Hugo Miguel (AF Lisboa)
Assistentes: Hernâni Fernandes e Ricardo Santos (AF Lisboa)
4.º Árbitro: José Laranjeira (AF Coimbra)

2010/11 - 18J - Académica - Beira Mar: Horário: Dom, 06 Fevereiro, 16h

A Liga Portuguesa de Futebol comunicou hoje os horários dos jogos da 18ª jornada da Liga Zon/ Sagres. O Sporting recebe a Naval no estádio José de Alvalade na 6ª feira dia 4 de Fevereiro, FC Porto e Benfica entram em acção no domingo, às 18h15 e 20h15 respectivamente.


Calendário da 18ª Jornada


Sexta-Feira (04 de Fevereiro)
Sporting – Naval (20h15)


Sábado (05 de Fevereiro)
Marítimo – SC Braga (19h15)

Domingo (06 de Fevereiro)
Académica – Beira-Mar (16h00)
U.Leiria – Olhanense (16h00)
Portimonense - Paços Ferreira  (16h00)
Vitória de Guimarães – Nacional (16h00)
FC Porto – Rio Ave (18h15)
Vitória de Setúbal – Benfica (20h15)

Mancha Negra no treino a apoiar a equipa


Ao contrário do previsto, José Guilherme abriu as portas da Academica Dolce Vita esta manhã em Coimbra. O treinador dos estudantes que prepara o jogo com o V. Setúbal, da próxima sexta-feira, a contar para os quartos-de-final da Taça de Portugal, recebeu também a visita da claque Mancha Negra durante a manhã de trabalho.

Cerca de 20 elementos da claque dos estudantes, ainda antes do início dos trabalhos em Coimbra, estiveram à conversa com o treinador numa medida de apoio à equipa num jogo que está a ser encarado com muitas cautelas.

«Para alguns é só mais um jogo, mas para nós é o caminho para o sonho», podia ler-se numa tarja que visava o importante encontro que poderá qualificar os estudantes para as meias-finais da Taça de Portugal.

No ensaio matinal, José Guilherme já contou com Júnior Paraíba, recuperado de uma entorse no tornozelo esquerdo, tal como Adrien Silva, Nuno Coelho e Bischoff que também já trabalham sem limitações.

Pedrinho juntou-se mais tarde ao treino (devidamente autorizado para realizar um exame na faculdade), enquanto os únicos ausentes foram Amoreirinha e Orlando que recuperam das respectivas leões.

25 de janeiro de 2011

Lesionados baixam de dez para cinco

A Académica prosseguiu na manhã desta terça-feira a preparação para o jogo com o V. Setúbal, da próxima sexta-feira, a contar para a Taça de Portugal. E bem se pode dizer que a sessão trouxe boas novas para José Guilherme.

Com apenas 17 jogadores para trabalhar na véspera, devido aos 10 jogadores lesionados, o técnico já pôde contar desta feita com mais cinco para equilibrar as contas: Laionel, Pedro Costa, Adrien, Bischoff e Nuno Coelho. Os dois últimos, no entanto, ainda estão sob vigilância médica.

De fora, continuam ainda Orlando, Amoreirinha, Paraíba, Miguel Fidalgo e Carreño.

Hélder Cabral focado na vitória frente ao Vit. Setúbal

O jogador da Académica, Hélder Cabral, esteve hoje na sala de imprensa do Estádio Finibanco Cidade de Coimbra onde fez a antevisão da partida frente ao Vit. Setúbal, dos quartos de final da Taça de Portugal.
O 55 dos “estudantes” afirmou que a equipa está “motivada e concentrada” para levar de vencida os sadinos mas lembrou, contudo, que o Setúbal atravessa uma boa fase e que poderá, por isso, criar dificuldades à Briosa.

“Esta é outra competição. Estamos concentrados em fazer História e penso que iremos conseguir o que queremos. Cada jogo tem a sua História e sabemos que o Setúbal está num bom momento mas temos condições para vencer. Encaramos este jogo como uma final e estamos concentrados e mentalizados em vencer esta partida.”, começou por dizer.

O Jamor está cada vez mais perto e Hélder Cabral admite que seria um “sonho” chegar à final da Taça de Portugal. O lateral esquerdo da Académica referiu que, ultimamente, tem faltado um pouco de sorte à equipa pelo que o importante é “olhar para a frente”.
“Chegar ao Jamor seria um sonho para todos os jogadores. Sonhamos chegar à final e eu não fujo à regra. Se for este ano ainda melhor. A equipa teve uma ligeira quebra e as vitórias não têm surgido. O trabalho tem sido bem desenvolvido e os jogadores têm correspondido da melhor forma. Tem-nos faltado um pouco de sorte. Cada jogo é um jogo e pensamos sempre em vencer e temos de olhar para a frente. Queremos inverter a situação frente ao Setúbal.”, adiantou.
A época tem corrido bem a Hélder Cabral que se tem assumido como opção frequente no lado esquerdo da defesa mas reiterou que não se sente “um titular indiscutível” e que respeitará sempre as escolhas do treinador.

“Não me sinto um titular indiscutível. Trabalho para o ser, claro… As escolhas são do treinador e eu respeito isso tudo. Quero estar presente no máximo de jogos possível mas sempre respeitando o meu colega e as decisões do treinador.”, disse.
Para terminar, Hélder Cabral comentou a possibilidade de um dia poder vir a ser internacional pela Selecção Portuguesa ou até por Cabo Verde, pois ainda existe essa possibilidade. Sobre o futuro na Académica, Cabral não deixou espaço para dúvidas: “Estou aqui de corpo e alma!”.
“Quem joga futebol sonha chegar à Selecção. Sonho com a Selecção Portuguesa e com Cabo Verde, pois os meus pais são cabo-verdianos. Mas isso pouco me importa de momento e estou focado na Académica. O trajecto não tem sido fácil e agora encontrei o caminho certo e estou feliz. Tudo farei por este clube e ficaria aqui de corpo e alma para o ano.”, terminou.

A Briosa recebe o Vit. Setúbal, na próxima sexta-feira, pelas 20:30, no Estádio Finibanco Cidade de Coimbra.

José Eduardo Simões: «Negou acordo com Nuno Coelho»

PRESIDENTE FALOU COM LUÍS FILIPE VIEIRA



Na assembleia-geral da Briosa, esta segunda-feira, o presidente José Eduardo Simões comentou de forma surpreendente as notícias constantes que dão o médio Nuno Coelho como certo no plantel do Benfica para a próxima época. “Os empresários, os comissionistas e a comunicação social ampliam os efeitos sem qualquer fundamento com os jogadores em final de contrato e isso mexe com a cabeça dos jogadores. Tive a palavra de honra do presidente do Benfica, quando vieram jogar a Coimbra, que não há qualquer acordo com Nuno Coelho”, observou Simões, num longo discurso que serviu também para fazer o balanço do mandato da atual direção, que termina dentro de quatro meses.
Numa AG marcada pela ausência do presidente da Mesa, Paulo Mota Pinto, “por motivos de força maior”, Simões revelou ainda que o ex-atleta do clube em 2002, Binho, quer uma indemnização de 50 mil euros, “injustificadamente”. “Somos obrigados a pagar um atleta que nunca adquirimos e que tivémos por empréstimo em 2002. São problemas engraçados, mas só para quem não paga”, comentou.
Pelo meio, o presidente dos estudantes lamentou a falta de apoio da Câmara Municipal de Coimbra e deixou exemplos. “Em 2009/2010, investimos quase 300 mil euros no estádio e deveria ter sido a Câmara a investi-los e não o fez. Cair na 2.ª divisão pode ter consequências fatais, pois a Académica não tem o suporte empresarial de outros clubes e, ainda por cima, temos uma câmara que tem estado sempre de costas voltadas para nós. A Câmara de Braga só para a formação do Sp. Braga, dá 400 mil euros, enquanto a de Coimbra dá-nos 7 mil euros”, acrescentou.
“Sentença não interfere no próximo acto eleitoral”
Entre 15 de Maio e 15 de Junho deste ano, haverá eleições na Briosa. Na AG desta segunda-feira, uma semana antes da leitura da sentença do presidente José Eduardo Simões no Tribunal de Coimbra, o dirigente deixou um alerta. “Enganem-se aqueles que pensam que a sentença que se aproxima irá interferir na minha decisão de me voltar ou não a candidatar”, afirmou, dando a entender que o seu afastamento da direção ainda não é um dado totalmente adquirido.
Noutro plano, na apresentação das contas referentes à última época (aprovadas por unanimidade), verificou-se uma diminuição do passivo geral em cerca de 10% (de 11,2 para 10,1 milhões). “Continuamos no caminho certo para a tão desejada estabilidade da instituição”, podia ler-se no relatório e contas disponibilizado pela direção.
Ficou também a saber-se que a gestão do Estádio Cidade de Coimbra, cedido pela Câmara à Académica, tem sido dificultada pelo “incumprimento de espaços e camarotes”.
Por outro lado, a atual direção mantém a intenção de levar a cabo a aquisição de um terreno adjacente à Academia Dolce Vita e que culminará com a construção de um estádio com capacidade de 9 a 10 mil espetadores, um sonho antigo do presidente José Eduardo Simões.

Relatório e Contas aprovado por larga maioria

Depois de, no exercício anterior, a Académica ter registado, pela primeira vez em quatro anos, um saldo negativo, as contas voltaram à «normalidade» na época 2009/10 e foram aprovadas nesta segunda-feira pela maioria (e duas abstenções) dos cerca de 50 sócios presentes em Assembleia Geral.

O lucro foi de cerca de um milhão de euros contra o prejuízo do mesmo montante no ano anterior. O passivo total do clube diminuiu em 10 por cento, de 11,2 milhões de euros em 30 de Junho de 2009 para 10,1 milhões de euros em 30 de Junho de 2010. «Temos um dos cinco orçamentos mais baixos e temos de continuar a apertar o cinto porque as receitas não crescem», lamentou o presidente José Eduardo Simões.

Para os bons resultados, contribuiu, em parte, a saída de André Villas Boas e do adjunto José Mário Rocha para o F.C. Porto, numa operação que rendeu um pouco mais de 400 mil eurosaos cofres do clube.

Já a venda de Emídio Rafael também aos dragões, estabelecida em 400 mil euros dos quais 240 mil euros (60 por cento do passe) foram para a Académica, não entrou nestas contas por se ter verificado depois de 30 de Junho. 

No documento aprovado, lançam-se ainda algumas prioridades para o futuro, sendo uma delas a edificação de um novo estádio, com lotação para cerca de 10 mil pessoas, na zona onde, actualmente, os estudantes têm a sua academia. A Académica joga actualmente no Estádio Cidade de Coimbra, propriedade da Câmara local, que voltou a ser fortemente criticada por José Eduardo Simões. 

O dirigente assegurou ainda que a sentença que irá ouvir, no final do mês, relativa ao julgamento que tem decorrido nos últimos meses, em nada irá interferir na sua decisão em se recandidatar, ou não, no próximo acto eleitoral, a ter lugar este ano.

22 de janeiro de 2011

2010/11 - 17J - Olhanense 2 - Académica 1: Muita luta e reviravolta justificada

Olhanense 2 - Académica 1 
Liga Zon Sagres - 17J
Estádio José Arcanjo
22-01-2011 - 16H


OLHANENSE: Ricardo Baptista; João Gonçalves, Maurício, Mexer e Ismaily; Fernando Alexandre, Nuno Piloto e Rui Duarte (Cadú 84') Jorge Gonçalves, Djalmir (Yontcha 91') e Paulo Sérgio (Lulinha 86').

Suplentes: Moretto, Maynard, Paulo Renato, Adilson

Treinador: Daúto Fáquirá

ACADÉMICA: Peiser; Pedrinho, Berger, Luiz Nunes e Addy; Adrien, Diogo Melo e Diogo Gomes (Sissoko 79'); Sougou (Laionel 71'), Éder (Paraíba 60') e Diogo Valente

Suplentes: Ricardo, Pedro Costa, Hugo Moriais, Grilo

Treinador: José Guilherme

Ao intervalo: 1-1
Marcadores: Adrien 18', Nuno Piloto 22', Rui Duarte 72'

Árbitro: Rui Silva (AF Vila Real )
CA: Maurício 5', Addy 32', Rui Duarte 45', Diogo Melo 56', Jorge 64', Diogo Gomes 70', Luis Nunes 71', Paraíba 74', Ismaily 78', Fernando 90'.
CV:-
Espectadores: 2.066

Crónica

Com golos de Nuno Piloto e Rui Duarte, o Olhanense venceu a Académica, que com José Guilherme no comando técnico ainda não venceu para o campeonato. Adrien marcou o golo dos estudantes.

Quando, aos seis minutos, aquele médio da Académica e Fernando Alexandre disputaram uma bola nas alturas, saltando sem temores, percebeu-se logo que o jogo seria para homens de barba rija. Dois minutos depois reentraram com as cabeças ligadas como se nada tivesse acontecido. Um lance elucidativo da abnegação que os jogadores das duas equipas levaram para o relvado do José Arcanjo, como se os pontos em disputa fossem os últimos das suas vidas.

Com fluidez nas alas, onde os laterais se integraram a preceito no ataque, a Académica tomou conta dos primeiros minutos de jogo. Addy e Sougou brilharam então, construindo alguns lances que baralharam o último reduto algarvio. Aos catorze minutos, Sougou, de cabeça, desviou um livre de Addy, com a bola a embater na barra da baliza de Ricardo Baptista, que, dois minutos depois, viu um remate de Diogo Gomes passar perto do poste direito da sua baliza. O domínio dos visitantes seria materializado no marcador no minuto seguinte, por Adrien Silva, que aproveitou um mau alívio de Maurício, para marcar o primeiro golo dos estudantes no campeonato, sob o comando de José Guilherme, e o primeiro na conta pessoal, logo na estreia pela Briosa.

Até então, a vantagem aceitava-se, mas que duraria pouco tempo, pois quatro minutos depois o Olhanense chegava ao empate, por Nuno Piloto, que aproveitou um cruzamento de Jorge Gonçalves, na direita. Até ao intervalo, os algarvios viriam a justificar o equilíbrio no marcador e mais qualquer coisinha, porque além de terem travado as investidas do adversário, acabariam por desperdiçar a melhor oportunidade do período, por Djalmir, à beira do intervalo.

A segunda parte também se fez de muita luta mas com mais qualidade de jogo por parte dos algarvios. O Olhanense assumiu o controlo do jogo e a Académica poucas vezes incomodou Ricardo Baptista, tão distante ficou da baliza algarvia. Ao adiantamento do Olhanense corresponderam situações aflitivas para a baliza de Peiser. Maurício, de cabeça falhou soberana oportunidade e Jorge Gonçalves viu um golo ser anulado (e bem) por fora-de-jogo.

A justiça no marcador acabaria por chegar através de uma grande penalidade convertida por Rui Duarte, a castigar uma mão na bola de Luiz Nunes. Foi a vinte minutos do fim do jogo e a Académica não foi capaz de romper a organização defensiva do Olhanense, num jogo emotivo e também bem disputado.

Destaques

Rui Duarte
O maestro. Técnica apurada com olhinhos nos pés, coloca a bola onde quer, descobrindo sempre uma linha de passe. Exímio marcador de bolas paradas, ofereceu o golo a Maurício (que falhou) no início da segunda parte e marcou o livre que originou a grande penalidade que o próprio converteu.

Jorge Gonçalves
Foi o mais perigoso do Olhanense na primeira parte. Na segunda baixou um pouco de produção. Assistiu Nuno piloto no primeiro golo do Olhanense e moeu o juízo a Addy que teve que recorrer a armas ilegais (faltas) para o travar.

Fernando Alexandre
Fernando Alexandre é sinónimo de luta. Não tem receio de colocar o pé, cabeça¿tudo. Foi um tampão para a defesa, agora sem Jardel, ajudando na integração de Mexer, novo companheiro de Maurício no sector. É um tampão que qualquer defesa gosta de ter á sua frente.

Diogo Melo
Foi mais que o trinco do conjunto de Coimbra. Diogo Melo não se limitou só a recuperar bolas, pois nele começavam as jogadas de ataque da sua equipa. Tem técnica e visão, é o dono da bola da sua equipa e nunca está calado, ora incentivando, ora ralhando com os companheiros. Tem muito futebol nos pés...

Adrien Silva
Melhor estreia não poderia esperar o jovem médio emprestado pelo Sporting, em termos individuais. Marcou o primeiro golo dos estudantes e foi bravo na luta pela posse de bola no miolo.


Opiniões

Daúto Faquirá:
«Foi um jogo de sofrimento. Quando fiz a antevisão do jogo, já sabia que ia ser bastante complicado. Nós encontrámos um opositor que se revelou um conjunto muito homogéneo, fortíssimo nas transições, com 19 pontos como nós, e ia ser muito difícil, pois o treinador disse que vinham a Olhão para ganhar. Preparámo-nos bem, mesmo com pouco tempo para o fazer. O jogo não nos começou a correr de feição, sofremos um golo, obrigando a equipa a esforço redobrado. A vitória, como aconteceu, com todas as contingências e dificuldades, com jogadores em inferioridade física (Maurício, Paulo Sergio, Adilson, que não entrou), e perante este quadro, deixa-me satisfeito, pelo carácter dos jogadores e perante um adversário que fez jus ao que já esperávamos. Foi uma vitória super saborosa para nós e estamos mais perto do que queríamos.»

E a arbitragem, tem visão sobre lances decisivos?
«Tenho sempre visão dos lances. A análise que faço desses dois lances, assim como dos foras-de-jogo em que Djalmir ia partir isolado, tal como o do golo anulado ao Jorge Gonçalves, tenho visão sobre eles, mas guardo sempre para mim essa visão.»

José Guilherme:
«Não foi um jogo muito bem jogado, mas bastante disputado entre duas equipas que queriam ganhar a partida e isso levou a que o jogo não tivesse grande qualidade técnica, mas fosse bastante disputado. Ganhou o Olhanense e, por isso, parabéns ao Olhanense»

«Se o resultado é justo? No futebol não há justiça, há jogo, eles marcaram 2 golos contra 1 nosso. Foi um jogo bastante equilibrado, podia ter caído para um lado ou outro, mas, infelizmente, foi para o lado do Olhanense. Temos de olhar em frente e ir buscar os pontos que perdemos aqui noutros sítios.»

Depois do golo, a equipa caiu de produção?
«Talvez isso tenha acontecido. Entrámos bem, podíamos ter feito o golo mais cedo, com uma bola à barra. Seguiu-se a reacção do Olhanense ao nosso golo e nós devíamos ter controlado melhor o jogo, não o conseguimos fazer, cometemos erros defensivos que deram o empate e, a partir daí, houve da nossa parte um jogo não da forma como devíamos ter jogado. Não o fizemos da melhor forma, fomos sempre ao encontro daquilo que é o jogo do Olhanense. Preparámos o jogo de outro modo, mas não o conseguimos pôr em prática.»

Tem opinião sobre lances decisivos?
«Nós falhámos muito, o Olhanense também falhou, por isso é normal os árbitros terem decisões que não são as mais correctas. Na grande penalidade assinalada ao Luiz Nunes, o árbitro considera que é mão, mas eu penso que não. E penso que no final da partida há grande penalidade mas o árbitro assim não considerou. Mas não foi só por causa disso que perdemos, perdemos porque podíamos ter jogado melhor, e de outra forma, e perdemos o jogo fundamentalmente por causa disso.»

 Nuno Piloto:
«O principal objectivo, que era ganhar, foi cumprido. Vínhamos de uma série de jogos muito complicados, com muitas deslocações e notou-se que a equipa, na segunda parte, estava um bocadinho cansada e acabou em sofrimento, mas acabámos por conseguir o objectivo. A Académica é sempre especial, passei muitos anos lá mas sou profissional e defendi as cores do Olhanense. Foi o culminar de um mês de Janeiro muito desgastante e foi bom brindar os nossos adeptos e sócios com uma vitória, já que eles ajudaram-nos imenso, principalmente na segunda parte, quando já estávamos em sofrimento. Imbatíveis em casa? Queremos continuar assim, pois isso só nos prestigia.»

Adrien Silva:
«Não entrámos da maneira que queríamos, apesar de termos criados uma ou duas oportunidades e de termos marcado um golo. Deixámos demasiado jogar o Olhanense e acabámos por sofrer o empate por estarmos a olhar para eles, deixando-os jogar. Entrámos melhor na segunda parte, vimos que fomos superiores a eles, mas houve critérios desiguais da arbitragem.»

«Não foi a melhor estreia porque apesar de ter marcado o mais importante era a vitória, não o conseguimos, por isso a estreia acaba por não ser feliz. Quero ajudar a equipa da Académica e ter mais visibilidade no campeonato português.» 



Lances Chave


14' Livre apontado por Adrien e remate de Sougou, de cabeça, à barra.
17' [0-1] Golo de Adrien, com um disparo forte e colocado, no seu jogo de estreia.
22' [1-1] Nuno Piloto aproveita um ressalto e atira de primeira, sem hipóteses.
45' Grande defesa de Peiser, para canto, a remate de cabeça de Djalmir.
75' Paulo Sérgio, enquadrado, remata em jeito a rasar o poste.
83' Júnior Paraíba, com um remate acrobático depois de Ricardo Batista ter falhado a defesa, atira ao lado.

O MOMENTO 71' [2-1]
Rui Duarte marca o livre que origina o penálti (braço de Luiz Nunes) e converte o castigo máximo. Com o jogo equilibrado, apesar do maior pendor ofensivo dos locais, faltava o golo para adiantar uma equipa no marcador. O momento da verdade, em suma.



Minuto a minuto

    90'     FINAL DO JOGO! Olhanense - 2 Académica - 1. Os algarvios ganham com reviravolta no marcador. Adrien Silva apontou o primeiro golo pelos estudantes, mas o Olhanense respondeu por Nuno Piloto. Uma grande penalidade deu origem ao segundo, com Rui Duarte a facturar. O jogo termina com um lance em que a Académica reclama grande penalidade, por falta de Mexer sobre Diogo Melo.
    90'     Quatro minutos de compensação.
    90'     SUBSTITUIÇÃO Olhanense . Sai Djalmir entra Yontcha
    90'     Estão 2116 espectadores.

    90'     CARTÃO AMARELO para Fernando Alexandre (Olhanense )
    87'     SUBSTITUIÇÃO Olhanense . Sai Paulo Sérgio entra Lulinha
    84'     SUBSTITUIÇÃO Olhanense . Sai Rui Duarte entra Cadu Silva
    83'     Júnior Paraíba, com um remate acrobático, depois de Ricardo Baptista ter falhado a defesa, atirou ao lado!
    79'     SUBSTITUIÇÃO Académica . Sai Diogo Gomes entra Sissoko
    78'     CARTÃO AMARELO para Ismaily (Olhanense ) por retardar a marcação de um livre.
    75'     Paulo Sérgio falhou o terceiro, com o pé direito, depois de receber uma bola vinda da direita com um remate que passou a rasar o poste esquerdo.
    74'     CARTÃO AMARELO para Júnior Paraíba (Académica ). Por simular uma grande penalidade, em queda na área do Olhanense.
    70'     GOOOOOOOLLLLLOOOOOOO!!! OLHANENSE ! 2-1 por Rui Duarte (GP). Bola para um lado, guarda-redes para o outro.
    70'     SUBSTITUIÇÃO Académica . Sai Sougou entra Laionel
    70'     PENALTY ASSINALADO contra Académica. Rui Duarte bateu o livre e Luiz Nunes levantou os braços na direcção da bola.
    69'     CARTÃO AMARELO para Diogo Gomes (Académica ) por travar Rui Duarte à entrada da área. Livre perigoso!
    67'     Livre de Diogo Gomes, a bola passa perto do poste esquerdo da baliza de Ricardo Baptista!
    63'     CARTÃO AMARELO para Jorge Gonçalves (Olhanense ). Por protestos.
    63'     Golo anulado ao Olhanense por fora-de-jogo de Jorge Gonçalves.
    60'     SUBSTITUIÇÃO Académica . Sai Éder entra Júnior Paraíba
    58'     CARTÃO AMARELO para Diogo Melo (Académica ) por falta sobre Paulo Sérgio.
    50'     Maurício ficou perto do golo, de cabeça, após canto de Rui Duarte!
    49'     Contra-ataque da Académica por Diogo Gomes, que Ismaily anulou quando a bola ia endossada para Sougou, que ficaria isolado.
    46'     RECOMEÇA A PARTIDA
    45'     INTERVALO NA PARTIDA ENTRE Olhanense e Académica. Adrien Silva deu vantagem aos estudantes, ao marcar na estreia pela Briosa. No entanto, a festa da Académica durou pouco tempo, uma vez que Nuno Piloto igualou quatro minutos depois.
    45'     Livre de Rui Duarte direitinho para a cabeça de Djalmir, mas Peiser defendeu com brilho para canto!

    45'     CARTÃO AMARELO para Rui Duarte (Olhanense ). Por ter marcado um livre antes de o árbitro dar ordem
    45'     Dois minutos de compensação.
    39'     Falha o Olhanense! Cruzamento de Jorge Gonçalves na direita, cabeça de Djalmir no segundo poste, com a bola a passar rente à base do poste direito da baliza de Peiser.
    32'     CARTÃO AMARELO para Addy (Académica). Por derrube a Jorge Gonçalves.
    28'     Começa a chover em Olhão.
    21'     GOOOOOOOLLLLLOOOOOOO!!! OLHANENSE ! 1-1 por Nuno Piloto. Jogada na direita conduzida por Jorge Gonçalves, com cruzamento rasteiro para a área, aparecendo Nuno piloto a finalizar com o pé, após uma primeira tentativa de Paulo Sérgio.
    17'     GOOOOOOOLLLLLOOOOOOO!!! ACADÉMICA ! 0-1 por Adrien Silva. O médio emprestado pelo Sporting marca na estreia pelos estudantes! Cruzamento de Addy na esquerda, Maurício alivia a bola, rasteira e direitinha para os pés de Adrien Silva, que, à entrada da área, rematou forte sem hipótese para Ricardo Baptista.
    16'     Remate de Diogo Gomes, a bola passa ao lado da baliza do Olhanense.
    14'     Sougou acerta na barra da baliza de Ricardo Baptista, na sequência de um livre de Addy!
    12'     Primeiro remate do jogo e para o Olhanense, por Nuno Piloto, que saiu à figura do guarda-redes.
    8'     Adrien e Fernando Alexandre já estão recuperado e em jogo, ambos com a cabeça ligada.
    8'     CARTÃO AMARELO para Maurício (Olhanense ). Derrubou Sougou.
    6'     Choque de cabeças entre Adrien e Fernando Alexandre, ambos estão a ser assistidos...
    4'     Dois cantos consecutivos para a Académica, sem consequências para a baliza de Ricardo Baptista.
    2'     Na Académica, o médio mais recuado é Diogo Melo e não Adrien Silva, como possivelmente se esperava.
    1'     COMEÇA A PARTIDA ENTRE Olhanense e Académica. Bola para os estudantes, que atacam para Norte.
    0'     As equipas entram em campo.
    0'     Adrien Silva faz a estreia e é praxado à entrada do túnel.
    0'     Há vários clubes com presença marcada em Olhão: Sporting, Leiria, Nacional, Bétis, Valenciennes e Montpelier.

    0'     As equipas deixaram o relvado, que está a ser regado, e recolhem aos balneários.
    0'     Destaque para a titularidade de Adrien, que apenas esta semana chegou a Coimbra. Tarde de muito frio e escassa assistência em Olhão.
    0'     ACADÉMICA: Peiser; Pedrinho, Berger, Luiz Nunes e Addy; Adrien, Diogo Melo e Diogo Gomes; Sougou, Éder e Diogo Valente. Suplentes: Ricardo, Hugo Morais, Laionel, Grilo, Pedro Costa, Júnior Paraíba e Sissoko.
    0'     OLHANENSE: Ricardo Baptista; João Gonçalves, Maurício, Mexer e Ismaily; Nuno Piloto e Fernando Alexandre; Jorge Gonçalves, Rui Duarte e Paulo Sérgio; Djalmir. Suplentes: Moretto, Lulinha, Cadu, Adilson, Maynard, Paulo Renato e Yontcha.
    0'     Já há equipas oficiais!
    0'     O Olhanense vem de duas derrotas: uma em Guimarães, para a Liga, outra na Luz, para a Taça da Liga. A Académica, por sua vez, perdeu com o Benfica em casa, para a Liga e antes tinha empatado sem golos com o Paços de Ferreira. A equipa ainda não marcou qualquer golo sob o comando de José Guilherme, que rendeu Jorge Costa no final de 2010.
    0'     Boa tarde. Maisfutebol inicia aqui o acompanhamento ao minuto do Olhanense-Académica, jogo relativo à 17ª jornada da Liga. Frente a frente, duas equipas irmanadas na tabela, com 19 pontos, partilhando a 9ª posição com Marítimo e Paços de Ferreira.

Árbitro

Rui Silva (AF Vila Real) - nota 2

Rui Silva foi peremptório no penálti, numa actuação aos solavancos, com erros em foras-de-jogo, excesso de zelo disciplinar e dúvidas numa carga de Mexer sobre Diogo Melo e num golo anulado a Jorge Gonçalves, quando era Djalmir que estava fora-de-jogo.

2010/11 - 17J - Olhanense - Académica: antes e depois de Jorge Costa

Quando Olhanense e Académica entrarem em campo, haverá um suspiro comum pela memória de Jorge Costa. De ambos os lados, há um antes e depois de J.C., sem desprimor para o trabalho realizado por Dauto Faquirá e José Guilherme, respectivamente. O duelo está agendado para as 16 horas de sábado.

Jorge Costa abandonou o futebol depois de uma bela época no Olhanense e um arranque interessante na Académica. O antigo defesa-central abandonou o futebol, sem data para o regresso, deixando obra feita. Em Olhão, vários jogadores agradecem a confiança depositada no seu legado. Em Coimbra, até a equipa técnica tem marcas evidentes desse ciclo.

Respeitando o passado, olhe-se para o futuro. Neste caso, um futuro aparentemente tranquilo. Olhanense e Académica estão a dez pontos da «linha de água», apresentam um futebol livre de preocupações defensivas e têm número considerável de seguidores.

Neste caso, deverá haver uma supremacia algarvia no seu reduto, com algumas centenas de «estudantes» briosos nas bancadas. Portimonense e Naval, os dois últimos classificados da Liga, entram em confronto na Figueira da Foz. A perda de pontos de um deles, ou até de ambos, é mais um estímulo para a despreocupação dos vizinhos regionais.

Contas as baixas e ver quem sobra

Dauto Faquirá tem passado largas horas à porta do departamento médico do Olhanense, esperando por reforços. A formação algarvia chegou a ter uma dezena de baixas, durante a semana, mas recuperou metade. Cinco boas notícias, portanto.

Moretto, Maurício, Paulo Sérgio, Lulinha e Adilson estão de regresso aos eleitos do técnico. A Académica também atravessa um cenário preocupante, em termos físicos. Aliás, José Guilherme não teve por onde escolher para fazer a lista de convocados.

O treinador da Académica convocou até o reforço Adrien Silva, deixando apenas de fora o guarda-redes Barroca. Orlando, Amoreirinha, Nuno Coelho, Bischoff, Carreño e Miguel Fidalgo estão lesionados, enquanto Hélder Cabral e Pape Sow cumprem castigo.

Na primeira volta, para enaltecer o equilíbrio entre estes dois emblemas, registou-se uma igualdade tardia a um golo. Em Coimbra, a 20 de Agosto de 2010, Diogo Gomes marcou em cima do minuto 90 mas Yontcha repetiu a dose, na conversão de um castigo máximo.

EQUIPAS PROVÁVEIS:

OLHANENSE: Ricardo Baptista; João Gonçalves, Maurício, Mexer e Ismaily; Fernando Alexandre, Nuno Piloto e Rui Duarte; Jorge Gonçalves, Djalmir e Paulo Sérgio

ACADÉMICA: Peiser; Pedrinho, Berger, Luiz Nunes e Addy; Adrien, Diogo Melo e Diogo Gomes; Sougou, Éder e Diogo Valente

21 de janeiro de 2011

2010/11 - 17J - Olhanense - Académica: Convocados: Adrien convocado para Olhão

O médio Adrien Silva é a grande novidade na lista de convocados da Académica para o jogo com o Olhanense, amanhã (16 horas), em Olhão.

O internacional sub-21, cedido pelo Sporting até ao final da temporada, fez apenas dois treinos, mas foi chamado pelo treinador José Guilherme.

Em relação à última convocatória, do jogo com o Benfica, ficaram de fora os castigados Hélder Cabral e Pape Sow e os lesionados Amaury Bischoff e Miguel Fidalgo.

Além de Adrien Silva, a outra novidade é a chamada do médio Grilo.

Lista de convocados:


Guarda-redes: Peiser e Ricardo


Defesas: Luiz Nunes, Berger, Pedrinho, Pedro Costa e David Addy


Médios: Hugo Morais, Grilo, Adrien Silva, Diogo Melo, Diogo Gomes e Júnior Paraíba


Avançados: Laionel, Sougou, Éder, Diogo Valente e Sissoko

Briosa estreou-se na 1ª Liga há 76 anos!

A 20 de Janeiro de 1935, precisamente há 76 anos atrás, a Académica estreava-se na 1ª Liga numa partida frente ao Sporting, disputada no Campo de Santa Cruz, em Coimbra.

O encontro contou mesmo com a presença do Reitor da Universidade de Coimbra, João Duarte Oliveira que, antes da partida se iniciar, desceu ao pelado para cumprimentar os jogadores.

Na altura, a Briosa era orientada por um húngaro, de seu nome Rudolf Jeny. Recorde-se que, neste ano, a primeira vitória foi conquistada diante o Académico do Porto, por 2-1. 





Uma data sem dúvida importante na História da Académica e que o Site Oficial da Briosa faz questão de recordar. E só para que a notícia fique completa, e embora seja um facto de menor importância, o resultado entre a Académica e o Sporting, a 20 de Janeiro de 1935, foi de 0-6...

Adrien é opção para defrontar o Olhanense

O médio Adrien Silva, o mais recente reforço da Académica, vai ter entrada directa nos convocados de José Guilherme para o jogo deste sábado, diante do Olhanense, no Algarve.

O jogador treinou pela primeira vez com os novos colegas esta quinta-feira e irá cumprir a segunda sessão nesta sexta-feira, mas está em condições de ser chamado uma vez que o seu certificado internacional deu entrada nos serviços competentes em tempo útil.

A «certeza» de o jovem internacional português ser opção já em Olhão, pese o pouco tempo de trabalho em Coimbra, reside em grande parte no invulgar número de baixas com que o técnico dos estudantes irá deparar-se para fazer a convocatória. 

Com efeito, num plantel de 27 jogadores, a quantidade de indisponíveis pode chegar aos oito: Orlando, Amoreirinha, Nuno Coelho, Bischoff, Carreño e Miguel Fidalgo, todos lesionados, e ainda Hélder Cabral e Pape Sow, ambos castigados. 

Significa isso que, considerando ainda a exclusão de um dos três guarda-redes do plantel, normalmente Barroca, vão sobrar exactamente 18 jogadores. Claro que existe a possibilidade de algum dos lesionados recuperar mas resta saber em que condição se apresentará depois de ter falhado os treinos ao longo da semana. 

Num hipotético cenário ainda mais grave, se alguém se lesionar no último treino antes do jogo, a Académica pode recorrer ao avançado Diogo Ribeiro, que tem estado em destaque pelos golos marcados ao serviço do «satélite» Tourizense. O jovem goleador está, aliás, na mira de José Guilherme para passar a treinar a breve trecho sob o seu comando.