28 de fevereiro de 2011

Treinos: Éder e Nuno Coelho sem limitações

Académica realizou esta manhã um treino na Academia Doce Vita, em Coimbra, com vista à preparação do encontro da próxima sexta-feira frente ao UD Leiria, na sessão os grandes destaque vai para a integração de Éder e Nuno Coelho.

Ambos trabalham sem limitações e serão opção para a recepção aos leirienses.

O guarda-redes Peiser também trabalha com o restante plantel, indicando que está recuperado da lombalgia.

O lote de lesionados inclui Amoreirinha e Orlando, aos quais se juntam Pedro Costa e Bischoff.

A Académica regressa aos treinos esta terça-feira pelas 10 horas, no Estádio Cidade de Coimbra, numa sessão que irá decorrer à porta fechada.

Briosa de regresso aos treinos

A Académica retomou os treinos menos de 24 horas depois da estreia vitoriosa de Ulisses Morais no comando técnico da equipa, em Guimarães. Numa sessão marcada por enorme boa-disposição, destaque para as ausências de Peiser (lombalgia), Pedro Costa (lesão traumática na coxa esquerda) e Éder (traumatismo no pé direito), todos «vítimas» do jogo disputado no Minho.

A esses, juntou-se-lhes Carreño, novamente dispensado devido a questões particulares, e os outros dois jogadores com problemas mais antigos: Amoreirinha e Orlando, além de Bischoff, que se lesionou no último treino antes da partida.Também o guarda-redes Barroca não marcou presença, mas porque está no clube-satélite, o Tourizense.

Boas notícias, só para Nuno Coelho, que regressou sos trabalhos, embora ainda sob vigilância clínica. O plantel folga neste domingo e volta na segunda-feira, para preparar o jogo com a U. Leiria.

2010/11 - 21J - V Guimarães 0 - Académica 2: Resumo

2010/11 - 21J - V Guimarães 0 - Académica 2: Estatísticas

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26 de fevereiro de 2011

2010/11 - 21J - Guimarães 0 - Académica 2: O renascer da briosa!

V. Guimarães 0 Académica 2 
Liga Zon Sagres - 21J 
Estádio D. Afonso Henriques
25-02-2011 - 20:15

Guimarães: Nilson, Alex, N'Diaye, João Paulo, Bruno Teles, Renan (João Pedro, 65), João Alves, Jorge Ribeiro (Rui Miguel, 46), João Ribeiro, Toscano (Douglas, 65) e Edgar

Suplentes: Douglas, Freire, Cléber, João Pedro, Rui Miguel, Targino e Douglas

Treinador: Manuel Machado

Académica: Peiser, Pedrinho, Berger, Luiz Nunes, Pedro Costa (Addy, 46), Adrien, Diogo Gomes (Pape Sow, 70), Hugo Morais, Sougou, Diogo Valente (Laionel, 75) e Éder

Suplentes: Ricardo, Pape Sow, Addy, Júnior Paraíba, Laionel, Miguel Fidalgo e Sissoko

Treinador: Ulisses Morais

Ao intervalo: 0-0

Golos | 0-1, Éder, 58 minutos; 0-2, Laionel, 90+2

Árbitro: Hugo Pacheco - nota 3
CA: Adrien (51), Diogo Gomes (70), Rui Miguel (70), Peiser (78), Pedrinho (82), Addy (83) e Laionel (90+3)
CV: - 

Espectadores: 11.884

Crónica


MF: Surpresa embrulhada em requintes de malvadez. Traiçoeira, atordoante. Oito jogos sem vencer deixaram a Académica num estado de alerta máximo. Ávidos de pontos, em risco de sobrevivência, os de Coimbra ludibriaram o conquistador Vitória numa peça de cinco actos.

Entraram numa agonia fingida, a permitir tudo; despertaram catatónicos e a mexer apenas os olhinhos; moveram-se furtivamente e marcaram, perante o sono do caçador; refugiaram-se num porto seguro e seguraram a vida de lábios trincados; já a salvo, deram a estocada final e fecharam o marcador: 0-2, triunfo importantíssimo. 

Novo comandante, novos ditames. Avesso a mitologias e coraçõezinhos rodopiantes, Ulisses Morais investiu no pragmatismo. Sem aventuras, longe de qualquer risco, a Académica foi paciente, sofredora e mais inteligente do que o favorito Vitória.

Fez bluff, vestiu o papel de coitadinha e aproveitou duas desatenções para somar três pontos. O precipício está outra vez mais longe. Os golos foram anotados por Éder, após lance brilhante Adrien Silva e Laionel, este já fora de horas. A Académica tornou-se, enfim, apenas na segunda equipa a vencer no D. Afonso Henriques, depois da Naval.

O V. Guimarães falhou redondamente no assalto ao terceiro posto, apesar das boas intenções. Teve um início electrizante, com 15 minutos de pressão constante sobre a defesa estudantil. Depois, o mal do costume. Deixou-se inebriar na estratégia oposta, baixou o ritmo para níveis preocupantes (e do agrado da Académica) e ao despertar já estava atrás no marcador.

Houve demasiada gente em sub-rendimento nos minhotos. Jorge Ribeiro, Toscano, até João Ribeiro. Ansiosos, sem serenidade na hora das definições, falharam uma e outra vez. O castigo foi duro, excessivamente severo.

A avalancha final até foi forte, o Vitória teve boas hipóteses para marcar, mas nesse assalto decisivo encontrou um Peiser absolutamente intransponível. Duas vezes João Ribeiro, depois Rui Miguel e ainda Edgar. Nada feito. Esta noite os minhotos caíram sem perceberam nas manhas e artimanhas da Académica.

O resultado deixa os «estudantes» a salvo de problemas maiores, pelo menos no imediato. Ulisses Morais acaba por ter aqui um excelente sustento para trabalhar em tranquilidade, algo que o seu antecessor procurou dois meses sem sucesso.

AAC-OAF: - A Académica venceu na noite desta sexta-feira o Vit. Guimarães por 2-0 em jogo que foi disputado no Estádio D. Afonso Henriques e que contou para a 21ª jornada do campeonato. Éderzito e Laionel marcaram os golos da Briosa numa partida onde os "estudantes" conseguiram regressar aos triunfos para a Liga ZON Sagres, algo que vinha escapando desde o jogo frente ao outro Vitória, o de Setúbal.
Na estreia de Ulisses Morais como treinador da Académica, os "estudantes" mostraram segurança, competência e eficácia suficientes para levar de vencida uma equipa que neste encontro espreitava o terceiro lugar do campeonato. Contudo, a Briosa não deixou os seus créditos por mãos alheias e deu uma enorme alegria aos seus adeptos que assim têm todos os motivos para encarar este último terço da prova com maior optimismo e ambição.
Mas verdade seja dita. A Académica esteve em grande plano no D. Afonso Henriques e contou com uma exibição colectiva de alto nível, embora a equipa da casa até tenha entrado melhor na partida. Peiser esteve mais uma vez em grande plano e foi evitando o golo do Vit. Guimarães em sucessivas ocasiões mas a Briosa mostrou na cidade berço que estava ali para jogar olhos nos olhos com o seu adversário e procurou sempre chegar com perigo à baliza dos vimaranenses.
E a bola até chegou a entrar na baliza de Nilson mas Sougou estava em posição de fora de jogo após livre de Diogo Valente e o lance foi anulado pelo árbitro da partida. O jogo estava mexido, com oportunidades em ambas as balizas e até ao intervalo há a registar mais duas ocasiões para golo, uma para cada equipa: Diogo Gomes colocou Nilson em sentido depois de um remate fora da área e o central da equipa da casa, João Paulo, também esteve perto de marcar mas a barra impediu o festejo vimaranense.
O descanso chegou com o nulo no marcador mas a etapa complementar pertenceu à Briosa. Diogo Valente e Edgar estiveram perto de marcar mas foi Éder quem mostrou mais eficácia à frente da baliza. Cara a cara com Nilson, o 21 dos "estudantes" não vacilou e atirou a contar para o primeiro da noite. Estava instalada a festa atrás da baliza de Peiser, onde se concentraram os adeptos dos "estudantes", que teriam ainda mais motivos para festejar no último minuto... Mas já lá vamos.
Depois do golo da Académica, o Vit. Guimarães tentou partir em busca do empate mas o coração mandou mais que a razão e quando isso acontece são raras as vezes em que uma equipa consegue ter sucesso. Por seu lado, a Briosa mostrou muita segurança, não tremeu e, sempre que podia, espreitava o contra ataque para sentenciar a partida.
João Ribeiro era, por esta altura, dos jogadores mais esclarecidos da equipa da casa mas as suas tentativas de marcar tinham em Peiser o obstáculo perfeito para impedir o golo do Vit. Guimarães. E as dúvidas que poderiam ainda persistir quanto ao vencedor da partida ficaram desfeitas quando Laionel fez mais uma obra prima neste campeonato e, com um chapéu sublime a Nilson, fez o resultado final, já nos descontos.
Começava então a festa nas bancadas onde estava a Mancha Negra e a Académica regressa assim aos triunfos para o campeonato, somando agora 23 pontos na tabela classificativa. Os "estudantes", mais eficazes e com uma raça e atitude dignas de autênticos campeões, regressam a Coimbra com os três pontos na bagagem, uma conquista justa para aquilo que fez em campo.

Destaques

Diogo Valente, inteligência natural
O mais audaz dos visitantes. Domesticador rude da bola, serva de um pé esquerdo arrebatador. Custa entender a tardia solidificação numa equipa de topo. Não erra um passe, não falha um drible. Exímio a cobrar bolas paradas, esteve muito perto do golo aos 52 minutos. A bola só parou nas malhas laterais do Vitória. Está na hora de se impor em definitivo no futebol português. Mostrou um leque riquíssimo de detalhes técnicos. O melhor.

João Paulo, torre imperial
Torre de vigia nos instantes defensivos: alerta, imponente, granítica; força invasora na hora dos lances de bola parada: impulsiva, incontrolável, felina. Uma, duas, três vezes a ganhar nas alturas em plena área contrária. Em cima do descanso, testa na bola e a barra a abanar. A melhor oportunidade do V. Guimarães em todo o jogo. Maduro, extremamente concentrado, pedra basilar na estrutura dos minhotos. Como cresceu desde os tempos do F.C. Porto!

Éder, a primeira vez
Um golo, o primeiro no campeonato, a deixar em silêncio o D. Afonso Henriques. Liberto na esquerda a passe de Adrien Silva, cavalga sobre a área vitoriana e finaliza com tranquilidade perante Nilson. Momento grande numa exibição morna, obviamente ampliada por este pormenor. Ulisses Morais apostou em Éder e o avançado deu-lhe razão. Lutador, algo trapalhão, incansável.

João Alves, momento bom
Fresco, sempre em movimento, constantemente à procura de bola. Nos momentos de dificuldade na transição, é João Alves quem assume a condução de todo o jogo. Passa ao longe, faz compassos de espera, sempre com qualidade. Está em bom momento físico e o seu futebol ganha uma dimensão muito interessante com isso. No actual meio-campo do Vitória, é João Alves quem mais ordena.

Adrien Silva, equilibrado e regular
Capacidade táctica comprovadamente boa, no vértice mais recuado do triângulo do meio-campo. A experiência negativa em Israel não o traumatizou, pelo contrário. Em Coimbra, Adrien volta a sentir-se útil e a tentar mostrar que pode fazer carreira no Sporting, clube de formação. Sem se dar muito por ele até ao 1-0, conquistou bolas e preencheu terrenos militarizados no meio-campo. Jogo regular, importante para os equilíbrios da equipa, com uma assistência decisiva no 1-0.

Peiser, heróico
Heróico na avalancha final do ataque vitoriano. Defesas possíveis e impossíveis. Tocou o céu com algumas palmadas soberbas na bola. 

Peiser | Desta vez, o guardião francês nunca sucumbiu no Berço
A 3 de Fevereiro, na primeira-mão da Taça de Portugal, Peiser assinalara uma grande exibição no Berço, acabando por sucumbir, como escrevera então O JOGO, só no último suspiro. Mas, desta vez, o guarda-redes francês esteve intransponível do primeiro ao último segundo, pelo que foi inevitável perder a conta ao número de defesas que realizou. De tal forma que desesperou a claque vitoriana, que lhe dedicou aquele insulto clássico nos pontapés de baliza.


Opiniões


Manuel Machado, treinador do V. Guimarães, em declarações à SportTV, após a derrota frente à Académica (0-2):
«É assim o futebol. Diria que o resultado mente, mas beneficia a eficácia.»

[Alergia ao terceiro lugar?] «Nunca me ouviu falar em terceiro lugar. Tenho um objectivo, que é colocar o Vitória nos cinco primeiros e nunca coloquei o objectivo noutro plano. É com esse no horizonte que vamos trabalhar.»

[Adeptos] «O clube tem uma identidade e os adeptos fazem parte dela. Quem aqui estiver tem de saber conviver com isso. Quem não tiver estofo para aguentar a pressão. Não pode cá estar.»



 

Ulisses Morais, treinador da Académica, em declarações à SportTV, após a vitória em Guimarães:

«Esta vitória só foi possível porque os jogadores conseguiram perceber que a atitude e o compromisso que estabelecemos seria o caminho para o sucesso. Entrámos envergonhados. Com tempo conseguimos controlar as emoções e ficámos mais seguros. Além do trabalho dos jogadores e da sua entrega, é importante dizer que este sucesso vem de trás. O mérito é dos jogadores e da forma como interpretaram o que falámos. Entrei ali para agradecer-lhes pela forma como me receberam. Sinto-me agradecido.»

[Há muita coisa a melhorar?] «Sempre. Nunca há perfeição, mas vamos sempre em busca dela. Ganhámos um jogo que pertence ao passado, temos de olhar para o futuro.»

Ulisses Morais, treinador da Académica de Coimbra, mostrou-se extremamente satisfeito com a resposta dos seus jogadores em Guimarães. O técnico referiu que os atletas perderam «a vergonha» após um mau início e partiram para uma exibição convincente. Ulisses estreou-se da melhor maneira no comando técnico conimbricense.

«Sinto-me satisfeito. A nossa entrada foi má e reflecte aquilo que tem vindo a suceder. A partir daí perdemos a vergonha e quisemos mudar as coisas. Fomos capazes de anular e desorganizar o adversário. Começámos a ter algumas situações de finalização e dividimos o jogo. Na segunda parte jogámos com a ansiedade do adversário e aproveitámos uma das oportunidades que tivemos. Fizemos um jogo consistente e equilibrado. Ganhar 0-2 em cada de uma equipa que está a fazer um campeonato excelente é meritório.»

Este resultado tranquiliza a equipa?

«Temos valor para pôr de lado a aflição. Estou convencido que vamos dar passos seguros e determinados. É importante aproveitar este resultado. Quero agradecer aos treinadores que me antecederam, por todo o trabalho que fizeram.»

Romuald Peiser, guarda-redes da Académica, fez uma grande exibição em Coimbra. No final falou aos jornalistas presentes:

«Jogámos com muita raça e vontade. As coisas não saíram sempre bem, mas tivemos alguma sorte. O novo treinador não teve muito tempo para grandes mudanças, mas conseguiu fazer com que entrássemos bem para este jogo. Perder um jogo atrás do outro é complicado. Ele deu-nos confiança, disciplina e rigor. Estamos de parabéns porque todos fizemos muitos quilómetros. O que mais trabalhámos nos últimos dias foi a parte mental. Tacticamente não houve tempo para nada. Limpámos a cabeça, foi isso.»

Está em grande forma. Não pensa sair?

«Não sei. Eu gosto do futebol português. Estou feliz aqui. Tive possibilidades de sair a época passada, para ganhar um pouco mais dinheiro, mas decidi ficar num bom campeonato. Jogo com alegria, os estádios são bons e estou bem. Gosto daqui, se as pessoas gostarem de mim, melhor.» 

Alex, lateral do Vitória de Guimarães, em declarações à Sport Tv após a derrota com a Académica, no D. Afonso Henriques. Os minhotos falharam o assalto ao terceiro lugar:

«Está à vista de toda a gente. Não me lembro de entrar tão bem num jogo aqui. Pecámos na finalização e a Académica, em contra-ataque, fez um golo. Depois foi o que vimos, com antijogo do adversário que noutro contra-ataque fez o 2-0. Não atingimos o objectivo, mas agora cabe-nos garantir os três pontos na próxima jornada. Se é bom poder ir à Europa pelo campeonato e pela Taça? Procuramos encarar cada competição individualmente. Estamos concentrados na liga e ficar nos cinco primeiros. É um sonho chegar ao Jamor e bom poder chegar à Europa por duas vias. Mas nesta fase o importante é pontuar.»

Éder, avançado da Académica a autor do primeiro golo ao Vitória de Guimarães, em declarações à Sport Tv, após o triunfo estudantil sobre os minhotos, no jogo inaugural da ronda 21:

«Agradeço a oportunidade, a equipa fez um bom jogo, com humildade e focada no objectivo. Tivemos mais oportunidades e fomos mais eficazes. Por que não vencemos com o outro treinador? Por vezes acontece, houve um clique com a mudança de técnico. Sempre quisemos vencer e com trabalho haveremos de conseguir os objectivos.»


Lances Chaves

9'
No seguimento de um cruzamento de Alex, Edgar aparece a rematar, mas Berger consegue aparecer na carreira de tiro. Na recarga, sem oposição, Toscano faz o mais difícil na área, atirando ao lado.
10'
Num canto cobrado por João Alves na esquerda, João Paulo desvia de cabeça. Peiser evita o golo de forma espectacular sacudindo para fora.
45'
Canto de Jorge Ribeiro e outra vez João Paulo a aparecer de rompante na área a desviar de cabeça, acertando na barra.
59'
[0-1]. Combinação perfeita entre Diogo Valente e Adrien pela esquerda transforma-se num baldse de água fria para os visitados. O segundo isola Éder e o ponta-de-lança, sem qualquer oposição, inaugura o marcador.
76'
Após cruzamento de Alex, Edgar amortece na área para Rui Miguel, que, de primeira, inscreve-se nas testemunhas da qualidade de Peiser. Defesa do guarda-redes é monumental.


Minuto a minuto


FINAL. O Vitória desperdiçou uma boa oportunidade de chegar ao terceiro lugar, ao perder, em casa, por duas bolas a zero, com a Académica.

90+1’ - Golo da Académica! Contra ataque venenoso pela direita com Sougou a servir Laionel e este, isolado perante Nilson, faz um chapéu ao guardião vimaranense! Está sentenciada a partida!

90' - Vamos ter mais cinco minutos de compensação.

86’ - O Vitória arrisca tudo no ataque, desprotegendo a sua retaguarda. O jogo está aberto.

84’ - Remate com pouca convicção de Rui Miguel.

82’ - Boa oportunidade para Éder, mas Nilson consegue resolver.

82’ - Académica: Cartão amarelo para Addy por tentar perder tempo...

80’ - Académica: Cartão amarelo para Pedrinho por falta sobre Édgar.

76´- Remate perigoso de Rui Miguel. Cruzamento de João Ribeiro, Edgar amortece e Rui Miguel remata de pronto para mais uma grande defesa de Peiser.

74’ - Académica: Substituição de Diogo Valente por Laionel.

71’ - O Vitória começa a surgir com mais perigo à baliza da Académica. Remate de João Ribeiro, com Peiser a defender.70´- Jogada de perigo para o Vitória!

70’ - Académica: Cartão amarelo para Diogo Gomes

70’ - Vitória: Cartão amarelo para Rui Miguel

65’ - Vitória: Substituição de Renan Silva por João Pedro

65’ – Vitória: Substituição de Toscano por Douglas.

63’ - Cabeceamento de Toscano ao lado da baliza de Peiser.

57’ - Golo da Académica! Éder foge muito bem à armadilha do fora de jogo, corre para a baliza e remata fora do alcance do guarda-redes Nilson.

55’ - Novamente o Vitória com perigo. Agora foi Toscano a rematar por cima.

51’ - Peiser mais uma vez! Edgar ganha posição na grande área e remata à meia volta. O guarda-redes sai destemido dos postes e evita o golo!

47’ - Grande oportunidade para Diogo Valente! O extremo, em boa posição, rematou às malhas laterais!

46’ - Vitória: Substituição de Jorge Ribeiro por Rui Miguel

46’ - Académica: Substituição de Pedro Costa por Addy

46’ - Início da 2ª parte. Sai a Académica com a bola.

INTERVALO. Vitória e Académica empatam a zero, mas a equipa de Manuel Machado já justifica o golo. Tem sido mais perigosa e enviou uma bola à barra mesmo no final da primeira parte.

44’ - João Paulo cabeceia à barra! O V. Guimarães termina melhor a primeira parte.

35’ - Grande remate de Diogo Gomes! Nilson defende para canto.28’ - A Académica volta a criar perigo, por Sougou, só que o cabeceamento saiu ao lado...

23’ - João Ribeiro cabeceia muito desviado para a baliza da Académica.

20’ - Sougou consegue marcar mas o árbitro invalida o golo por fora-de-jogo. Boa decisão da equipa de arbitragem liderada por Hugo Pacheco.

14’ - Cabeceamento perigoso de Edgar! Peiser mostra segurança na baliza da Académica.

13’ - A Briosa tenta responder ao início muito forte do Vitória.

10’ - Peiser nega o golo ao Vitória! Canto do lado esquerdo do ataque e João Paulo, no coração da área, cabeceia para uma excelente defesa do guardião da Académica!

09’ - Grande início de jogo! Toscano falha de forma incrível o golo do Vitória, a poucos metros da linha de golo.

07’ - Académica responde de forma imediata e quase inaugura o marcador, por Sougou!

06’ - Primeiro sinal de perigo! Cruzamento muito traiçoeiro do capitão João Alves. Peiser saiu a tempo.

03’ - A equipa da casa entra de forma muito pressionante em campo. O Vitória "ganhou" quatro cantos nos minutos iniciais.

02’ - Primeiro pontapé de canto, e é para o Vitória.

01’ - A bola já rola no Estádio Afonso Henriques.

Árbitro

Hugo Pacheco - AF Porto - nota 3 (RRC)

Queimou o teatro e os tempos perdidos

Um bom jogo de Hugo Pacheco e companhia para mais tarde recordar. Bem auxiliado pelos árbitros assistentes, o juiz do Porto beneficiou o espectáculo, travando o antijogo e algumas entradas duras com os cartões que se impunham. No momento de maior incerteza (39'), fez bem ao ignorar uma queda de João Alves na área da Académica. Muito teatral.

25 de fevereiro de 2011

2010/11 - 21J - V Guimarães - Académica: Antevisão

Velhos conhecidos, anciões do futebol nacional, um de olhos a mirar o que lhe está acima e outro num rápido vislumbre sobre os que lhe estão por baixo. V. Guimarães na Cidade-Berço a sonhar sem ponta de utopia pelo pódio da Liga: Académica, há oito jogos sem vencer, preocupadamente a gerir a subida do nível de água na tabela da Liga. 

Machado jogou para os pontos diante das cadeiras de Leiria

Manuel Machado tranquilo, a esfregar as mãos de contente perante a queda abrupta do Sporting. A vitória em Leiria deixa os minhotos a um ponto do terceiro lugar, completamente dentro da luta concebida nas mais ambiciosas metas para esta época. 

Apesar de alguma irregularidade, o Guimarães comprova nos pontos a solidez de um projecto, o acerto de uma política de contratações arrojada e renovada no mercado de Inverno. 

O momento é bom, impõe-se a aposta na continuidade, no 4x3x3 que tão bem funcionou na pretérita jornada. Sem o marroquino Faouzi, é provável a colocação de Marcelo Toscano no ataque, lado a lado com Edgar e João Ribeiro. 

Déspota nos jogos em casa, o conquistador apenas permitiu a afronta à Naval 1º Maio. O penúltimo classificado da Liga foi o único a vencer em território vitoriano, terra onde antes deixaram pontos F.C. Porto e Benfica, por exemplo. 

Ulisses apostaria «milhões» na Académica

A Académica quererá imitar o feito dos homens de Carlos Mozer. Já sem José Guilherme, é Ulisses Morais o homem incumbido de injectar confiança e crença a uma equipa que deixou de saber o que é ganhar há três meses. 

O peso histórico também não ajuda a formação estudantil. Em 47 tentativas, a Académica venceu apenas oito vezes no D. Afonso Henriques. A última das quais em 2003.

Equipas prováveis:

V. GUIMARÃES: Nilson; Alex, NDiaye, João Paulo e Bruno Teles; João Alves, Renan e Jorge Ribeiro; Toscano, Edgar e João Ribeiro.

Outros convocados: Douglas Jesus, Freire, Flávio Meireles, Cléber, João Pedro, Rui Miguel, Tiago Targino e Douglas.

ACADÉMICA: Peiser; Pedrinho, Berger, Luiz Nunes e David Addy; Adrien, Diogo Gomes e Hugo Morais; Sougou, Miguel Fidalgo e Diogo Valente.

Outros convocados: Ricardo, Pedro Costa, Pape Sow, Júnior Paraíba, Paulo Grilo, Laionel, Sissoko e Éder. 

Pedro Costa: «A responsabilidade é de todos»

O lateral da Académica abordou hoje o mau momento que o clube atravessa, em declarações à sua acessória de comunicação e imagem, não fugindo a qualquer responsabilidade.

«É importante que as pessoas reconheçam que, numa equipa de futebol, nunca há um único culpado. O professor José Guilherme deu o melhor de si ao clube, à equipa, mas infelizmente os resultados não acompanharam o seu esforço. Mas, como ninguém vence sozinho, no futebol, também ninguém perde sozinho. A responsabilidade é de todos, jogadores, treinador e clube», disse.

Embora tenha perdido a titularidade com José Guilherme, o lateral não mostra ressentimentos:
«Tenho pena que a Académica esteja a passar por esta situação, porque temos potencial para estar noutro lugar, o que foi demonstrado, logo no início da época. Mas, se alguma coisa falhou, na Académica, então a responsabilidade é de toda a gente. Sou suspeito para falar do anterior treinador, porque perdi a titularidade com ele, mas isso não me retira o sentido de justiça. O respeito por mim próprio começa no respeito que tenho pelos outros, pelo professor José Guilherme e pelo companheiro que me substitui.»

Pronunciando-se também sobre a entrada de Ulisses Morais, o número 30 dos estudantes adiantou:
«O novo treinador não vai conseguir mudar nada sozinho, os jogadores devem ajudá-lo, devem concentrar-se neste desafio de tornar a equipa mais competitiva e de regressar, rapidamente, a uma zona de conforto na classificação.»

Quanto ao futuro, o lateral acredita que as coisas vão começar a correr melhor.
«Existe potencial nesta equipa. Agora temos um novo treinador e todos nos devemos preparar para uma nova fase da equipa. O clube dá-nos todas as condições, os adeptos são afectuosos e o novo treinador tem de encontrar um plantel disponível para novos métodos, novas ideias e até novos sacrifícios, se for necessário. Acredito que as coisas vão correr bem e até final da época creio que vamos dar uma imagem diferente do nosso valor e do nosso potencial», realçou.

Recorde-se que Pedro Costa é um dos capitães de equipa da Académica, e encontra-se em final de contrato com os estudantes.

Bischoff lesionado

O médio é um dos ausentes do treino matinal que decorre no Estádio Municipal. Amoreirinha, Orlando e Nuno Coelho também estão entregues ao departamento médico e são baixas certas para Guimarães.

O treino de hoje também não contou com Barroca, terceiro guarda-redes do plantel dos estudantes, que se encontra a trabalhar no Tourizense.

Conheça a primeira convocatória de Ulisses Morais

Ulisses Morais divulgou a primeira convocatória sob o comando da Académica. Para o jogo com o Vitória de Guimarães destaque para os regressos dos defesas Addy e Pape Sow, este após castigo, e do médio Júnior Paraíba.

As três entradas visam suprir as ausências de Hélder Cabral e Diogo Melo, ambos castigados, assim como a de Bischoff, que se lesionou no pé direito e também ficou fora da lista.

Convocados:


Guarda-redes:
 Peiser e Ricardo


Defesas: Pedrinho, Pedro Costa, Berger, Luiz Nunes, Pape Sow e Addy


Médios: Adrien, Júnior Paraíba, Hugo Morais, Paulo Grilo e Diogo Gomes


Avançados: Laionel, Sissoko, Sougou, Miguel Fidalgo, Éder e Diogo Valente

24 de fevereiro de 2011

Ulisses Morais promete "empenho máximo" na Académica

O novo treinador da Académica, Ulisses Morais, foi apresentado ao final da manhã como novo técnico principal da Briosa numa cerimónia que teve lugar no Auditório do Estádio Finibanco Cidade de Coimbra e que contou com a presença do Presidente da Académica, Eng. José Eduardo Simões, bem como da restante Direcção dos “estudantes”.
Ulisses Morais, que pela manhã tinha orientado o primeiro treino na Académica, foi respondendo às perguntas que os jornalistas lhe iam colocando e deixou para o fim da apresentação uma declaração exclusivamente destinada aos adeptos da Briosa. 

“Gostaria de passar uma mensagem a quem é tão importante como nós, pois vivem os mesmos problemas que nós vivemos. Aos sócios, adeptos e massa associativa, gostaria de dizer que o nosso empenho e dedicação seria o mínimo que poderíamos oferecer. O compromisso que estabelecemos é o total empenho. Gostaria que os adeptos colaborassem connosco nesta nossa chegada a Coimbra. Necessitamos de estima, apoio e solidariedade, para bem do clube e para a felicidade de todos. Não tenho dúvida nenhuma que vamos fazer História e pedir o apoio dos nossos adeptos nunca é de mais.”, disse Ulisses Morais, que recebeu o aplauso de todos os Sócios e adeptos da Académica presentes na cerimónia de apresentação do novo treinador.
Minutos antes, o novo timoneiro da Académica comentou a sua chegada a Coimbra e admitiu que a decisão de ingressar na Briosa “foi rápida” até porque os “estudantes” abordaram o treinador de forma “cativante”. Sobre o futuro, Ulisses falou da “missão dupla” que tem pela frente.
“Foi uma abordagem cativante por parte da Académica. Temos uma missão dupla: a prioritária é manter a Académica na 1ª Liga na melhor classificação possível; a outra missão é tentar chegar ao Jamor e seria uma satisfação e um orgulho enorme conseguir isso. A Taça é um desafio estimulante e enriquecedor e gostaria de alcançar essa meta. A minha decisão foi rápida. Na minha vida fui conquistando as coisas e nada me foi dado. Tenho tido desafios de um grau de dificuldade elevado e aceitei este desafio por todos os motivos que devem imaginar. Treinar a Académica tem um conjunto de factores aliciantes.”, disse.
O treinador da Briosa deixou rasgados elogios ao plantel que tem à sua disposição e revelou que na primeira sessão de trabalho já se notou “vontade e disponibilidade” para dar a volta à situação.
“Todos os jogadores já mostraram as suas qualidades. Estive atento a tudo o que era futebol e conheço bem o plantel da Académica. Tem excelentes jogadores e excelentes profissionais. É um ponto de partida importante perceber o quanto estão disponíveis para trabalhar e reparar que estão com uma vontade enorme. A Académica teve um período largo onde mostrou grande competência. A minha confiança neste grupo é ilimitada.”, adiantou.
 
Ulisses Morais: “Vamos a Guimarães para vencer”
O próximo desafio da Académica no campeonato está marcado já para sexta-feira e Ulisses Morais fez a antevisão do duelo com os vimaranenses, afirmando que o grupo vai ao D. Afonso Henriques com o pensamento na vitória.
“Vamos a Guimarães com o pensamento na vitória. Ninguém trabalha para perder e todos querem pontuar. Queremos ser competentes e capazes para estar mais perto do sucesso. Em Guimarães esse é o objectivo e partimos para ele com confiança e optimismo. Jogo a jogo vamos procurar o que interessa à Académica, criar condições de confiança e sucesso, para atingir a tranquilidade.”, terminou.
 
José Eduardo Simões quer dar alegrias aos adeptos da Académica
No início da cerimónia de apresentação do novo treinador da Académica, o Presidente dos “estudantes”, Eng. José Eduardo Simões, mostrou confiança em Ulisses Morais e revelou que é importante voltar a ver a equipa “jogar com alegria e competência.”
“Queremos voltar a pôr esta equipa a jogar com alegria e competência para dar uma satisfação aos adeptos da Académica. Com Ulisses Morais na liderança, vamos conseguir atingir esses objectivos.”, disse.
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Ulisses Morais foi apresentado esta quarta-feira como novo treinador da Académica, poucas horas depois de ter dirigido oprimeiro treino. O ex-técnico do Paços de Ferreira prometeu fazer tudo para recolocar a equipa, que não ganha há oito jogos para a Liga, no bom caminho, mas não resistiu a uma questão mais ousada: será capaz de prometer, desde logo, a manutenção da Briosa?

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«Essa é uma pergunta para um milhão de euros, no mínimo. E que me obrigaria a arriscar bastante e apostar. É claro que tenho uma confiança ilimitada em mim, nos que comigo colaboram, e em toda a estrutura, por isso direi que apostaria os milhões que fossem necessários», atirou, de pronto, o sucessor de José Guilherme.

O técnico falou ainda ao coração dos adeptos: «O nosso empenho e dedicação são o mínimo que podemos oferecer. Pelo respeito e solidariedade para com esta instituição, vamos empenhar-nos ao máximo, em termos de dedicação e competência, para que quem apostou em nós possa sentir a todo o momento que valeu a pena. Vamos procurar, em cada jogo, sermos melhores e conseguir os objectivos. Gostaríamos que colaborassem connosco e que possam ser cada vez mais. Este grupo precisa de elevar a auto-estima. Sentido esse apoio, não tenho dúvidas de que este clube vai fazer história.»

Ulisses Morais estaria certamente a referir-se ao possível regresso da equipa ao Jamor, precisando para isso de virar a eliminatória das meias-finais a seu favor em casa, depois de uma derrota tangencial em Guimarães (1-0). «Não foi isso que me convenceu mas há, digamos, uma missão dupla. A prioritária é a manutenção com a melhor classificação possível mas há outra competição, que está num ponto onde tudo é possível. Se chegarmos à final, será uma grande satisfação, só duas equipas lá chegam por época.»

Chegou o Ulisses e não traz fotocópias

Para já, as primeiras preocupações estão viradas para novo regresso ao Minho, agora para o Campeonato: «Estamos a preparar o próximo jogo [sexta-feira, em Guimarães], dentro do pouco tempo disponível. E depois, vamos pensar jogo a jogo, procurando sempre pontos e criar condições de sucesso e confiança para atingir a tranquilidade. Será importante ter o aspecto emocional mais controlado.»

O técnico espera conseguir dar o seu toque pessoal o «mais rapidamente possível». «Pretendemos que seja dado imediatamente, porque chegou o Ulisses Morais e não há outro, não há fotocópia, como também não as há dos outros. Quero que a mensagem seja rápida a passar. Mas há muitas coisas bem feitas que é preciso manter.»

Ulisses Morais referiu ainda que optou por não treinar desde o início da época por uma questão de «gestão de carreira», mas nem hesitou quando ficaram «reunidas as condições necessárias», que passavam, naturalmente, por abraçar um projecto na Liga.

Revelou ainda já conhecer os jogadores, daquilo que a «obrigação profissional» lhe ditou quando esteve sem clube e, do pouco contacto com eles, garantiu: «Estão com uma vontade enorme de responder aos compromissos com que se deparam.»

23 de fevereiro de 2011

Castigos da 20J: Hélder Cabral, Diogo Melo e Luís Godinho castigados pela Liga


O vice-presidente da Académica Luís Guilherme Godinho Simões foi suspenso por um mês e terá que pagar 1250 euros de multa, por incidentes protagonizados após o encontro entre a "Briosa" e o Rio Ave.
Mapa dos castigos
Liga:
- 1 jogo:
Hélder Cabral (Académica)
Diogo Melo (Académica)
Patrick (União de Leiria)
David Simão (Paços de Ferreira)
Ozeia (Paços de Ferreira)
Elio (Beira-Mar)
Sidnei (Benfica)

Peiser garante «alma e força» para dar a volta

A Académica não ganha para a Liga há oito jogos e é apenas suplantada pelo Portimonense nesse registo negativo. A equipa, que chegou a ocupar o segundo lugar, está agora em queda livre na classificação, tendo apenas o V. Setúbal a separá-la da linha de água. Sem palavras para justificar tamanho trambolhão, o guarda-redes Peiser garante, todavia, que o plantel não irá fugir às suas responsabilidades.

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«O balneário está consciente das dificuldades. Já falámos entre nós e todos sabem que é importante cada um dizer o que pensa, com respeito. O balneário está bem. Claro que já viveu melhor, porque, neste momento, os resultados não ajudam, mas o importante não é saber se o grupo está bem ou mal, mas que este perceba o momento actual da Académica», diz o francês. 

Peiser, curiosamente, já foi treinado por Ulisses Morais, o novo técnico dos estudantes, mas o guardião não estava autorizado a falar sobre o tema, pelo facto de o clube ainda não ter oficializado a contratação. «É difícil falar disso, estou concentrado no V. Guimarães [próximo adversário], sobre o que posso fazer mais ou melhor, para ajudar a equipa. Venha quem vier, é difícil falar disso», balbuciou, diplomaticamente.

O jogador não encontra explicações concretas para a queda da equipa e acredita que, a qualquer momento, poderá chegar a almejada vitória que tudo muda: «É complicado explicar mas, esta época, há poucas diferenças entre as equipas, às vezes são meros detalhes que decidem os jogos. O mais importante é não perder a confiança e manter a cabeça fria. Nem tudo é mau. Sentimos que não somos inferiores aos outros e que a equipa tem alma e força para dar a volta.»

Ulisses Morais será o novo treinador

A Associação Académica de Coimbra / Organismo Autónomo de Futebol vem por este meio informar todos os seus Sócios, adeptos, comunicação social e demais interessados que Ulisses Morais é o novo treinador da Briosa, tendo assinado um contrato válido até final da próxima época.

Antes de ingressar na Académica, Ulisses Manuel Nogueira Morais, de 51 anos, passou por clubes como o Estoril, Gil Vicente, Marítimo, Naval ou Paços de Ferreira, possuindo uma vasta experiência no principal escalão do futebol português.


O novo treinador da Briosa vai orientar o primeiro treino como técnico principal dos “estudantes” na quarta-feira, pelas 10:00, no Estádio Finibanco Cidade de Coimbra, numa sessão aberta nos primeiros 15 minutos.
A apresentação oficial de Ulisses Morais será realizada pelas 12:30, no Auditório do Estádio Finibanco Cidade de Coimbra.

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Depois de falhada a abordagem a Paulo Sousa para suceder a José Guilherme no comando técnico da Briosa, a Direcção deve apresentar ainda esta tarde Ulisses Morais como o novo treinador.

O nome de Ulisses Morais foi sempre uma forte possibilidade para assumir o comando da Académica (já fora falado quando Jorge Costa saiu) e apesar de Paulo Sousa ter sido também sondado sobre a possibilidade de abraçar um novo projecto em Coimbra as partes acabaram por não se entender.

22 de fevereiro de 2011

Ulisses Morais na frente

É O PREFERIDO PARA SUCEDER A JOSÉ GUILHERME NA ACADÉMICA



A Académica está à procura de treinador e tem em cima da mesa alguns nomes para suceder a José Guilherme (demitiu-se após a derrota caseira frente ao Rio Ave), numa lista que, sabeRecord, Ulisses Morais surge à cabeça. O antigo treinador do Estoril, Gil Vicente, Marítimo, Naval e Paços de Ferreira tem créditos firmados e experiência no campeonato principal, além de ser um desejo antigo dos responsáveis da Briosa que já por duas vezes tentaram a sua contratação.
O facto de estar atualmente sem clube facilita as negociações com a Académica e um acordo poderá, inclusive, ser alcançado durante o dia de hoje. A formação dos estudantes tem vindo a descer perigosamente na classificação geral e, com a final da Taça de Portugal em vista, a Briosa pensa segurar o experiente treinador, de 51 anos, para que este consiga dar o clique necessário, no sentido de os estudantes regressarem às vitórias, afastando-se dos lugares de despromoção e, ainda, marcar uma tão desejada, pelos adeptos, presença no Jamor.

Académica: portas fechadas enquanto não houver novo treinador - Treino foi orientado pelos adjuntos

A Académica volta a jogar esta sexta-feira, em Guimarães, e, por isso mesmo, regressou aos treinos na tarde desta segunda-feira, numa sessão orientada pelos três adjuntos que «sobreviveram» à saída de José Guilherme: Virgílio Fernandes, Jorge Chéu e Rui Correia. 

Curiosamente, este trio, que chegou a Coimbra com Jorge Costa, também se manteve em funções aquando da saída do chefe de equipa. Amoreirinha, Orlando e Nuno Coelho, todo em recuperação, não se treinaram, mas os dois últimos já fizeram trabalho específico com o fisioterapeuta Miguel Rocha.

A sessão decorreu à porta fechada - sem os habituais 15 minutos abertos, como acontecia sob a vigência de José Guilherme - , medida que irá manter-se também esta terça-feira e, provavelmente, até à chegada do novo treinador. 

O anúncio deverá ocorrer até final da semana e, depois da experiência falhada com o antigo adjunto da Selecção Nacional, a preferência vai agora para um técnico experiente, com Ulisses Morais e Augusto Inácio entre as opções. 

21 de fevereiro de 2011

José Eduardo Simões conhece hoje a sentença

Julgamento começou em maio de 2010

A leitura do acórdão do julgamento do presidente da Académica, José Eduardo Simões, decorre ao princípio da tarde desta segunda-feira no Tribunal de Coimbra, encerrando um julgamento iniciado a 5 de maio de 2010.
José Eduardo Simões é acusado da prática de crimes de corrupção por alegadamente ter recebido donativos de empreiteiros para o clube quando exercia as funções de diretor municipal da Administração do Território (DMAT) na Câmara de Coimbra, entre março de 2003 e finais de 2005, altura em que desempenhou os cargos de vice-presidente da Académica, e de presidente, após a morte de João Moreno.
A acusação imputa-lhe a prática de 12 crimes, seis de corrupção passiva para ato ilícito, cinco de corrupção passiva para ato lícito e um de abuso de poder, no âmbito de três processos.
A eventual condenação de José Eduardo Simões poderá também causar danos à Académica, em virtude de a acusação, nos autos, requerer a perda a favor do Estado de 532 mil euros, referentes a donativos de sete empreiteiros contabilizados na investigação. Dois promotores imobiliários apenas, segundo os autos, entregaram-lhe montantes de 105 mil euros e de 290 mil euros.
De um empresário, cujo empreendimento imobiliário foi objeto de embargo e de diversos recursos para o tribunal por violação de normas urbanísticas, terá também beneficiado do aprovisionamento de uma conta pessoal numa dependência bancária em Oeiras, a partir da qual terá movimentado durante um ano um empréstimo de 3,6 milhões de euros, sem juros, para acorrer a encargos do clube.
Esse mesmo empresário, Emídio Mendes, alvo de inquérito por alegadas falsas declarações ao tribunal, terá colocado jogadores na Académica sem encargos, feito publicidade às suas empresas através do clube e envolveu-se na eleição de José Eduardo Simões para presidente da direção, em 2005.
Entre os jogadores que terá colocado na Académica contam-se o avançado Marcel, vendido ao Benfica, bem como Roberto Brum, que jogou depois no Sporting de Braga.